Conheça a Ilha de Páscoa antes que ela suma do mapa


Ali não há jornais todo dia, só quando chegam os voos do Chile, distante 3.700 quilômetros, duas ou três vezes por semana. Não há semáforos, nem engarrafamentos de trânsito, nem rodízio de carros, nem assaltos. A Ilha de Páscoa é também território livre de contaminação do ar. O nome originário da ilha, em idioma Rapa Nui, é Te Pito o Te Henua, e significa nada mais nem nada menos que "Umbigo do Mundo". De fato, os locais não gostam da palavra pasquense. Eles preferem o termo Rapa Nui e o usam para designar sua língua, a ilha, a si próprios, e a praticamente tudo o que envolve sua cultura. Falam da comida rapanui, da beleza rapanui, da terra rapanui ou deles mesmos, os rapanui.

ala-se da energia e dos mistérios guardados neste triângulo de 23 quilômetros de comprimento na base, por 15 e 16 quilômetros de lado. Toda Rapa Nui cabe na metade da Ilha Bela. Grupos de místicos chegam até aqui para carregar as baterias, e a região inspirou dúzias de livros, filmes e até seitas religiosas.O primeiro a falar dos mistérios e da energia mística da cultura Rapa Nui foi o aventureiro e navegante norueguês Thor Heyerdalh, já falecido, no seu livro Aku Aku. Para descobrir as energias da ilha basta ir até o sitio de Te Pito Kura com uma bússola: no local há uma pedra quase redonda com mais de meio metro de diâmetro, que possui um magnetismo tão poderoso que a bússola simplesmente perde o rumo e gira sem norte. Outros pontos de energia, ou mana em língua rapanui são o ahu ou altar cerimonial dos sete moai de Akivi, a pedra oval de Tepito Kura, a caverna de Te Pahu, e um ponto específico no monte Terevaka, o mais alto da ilha.

Houve também teorias que defenderam a presença de extraterrestres na ilha num passado não tão distante. Isso explicaria a construção e o traslado das enormes figuras de pedra que há espalhadas por toda a ilha, os misteriosos moai. De fato, eles impressionam. Como, por quê e para quê foram erigidas essas 887 figuras? E como uma mole de pedra que pode pesar 80 toneladas e mais, percorreu distâncias de até 20 quilômetros sem sofrer nenhum atrito aparente?

O vulcão Rano Raraku foi o canteiro de obras onde os antigos Rapa Nui realizaram seu trabalho megalítico. De suas paredes saíram as figuras previamente esculpidas, e isso se percebe não só pelos espaços vazios mas principalmente pelos moai que ainda dormem em suas encostas. Talvez o visitante não fique tão impressionado ao passar ao lado do que há na trilha, mas é bom saber que eles estão enterrados e só vemos sua cabeça. Se quiser ter a visão real de uma figura inteira, há dois que devem ser visitados. O primeiro é um que está do lado direito do vulcão, ainda sem ser arrancado da rocha. O outro, e mais famoso, é o gigante que dorme na encosta leste a poucos metros do anterior, caminhando à esquerda. Tem 23 metros de comprimento, e seu peso é estimado em 400 toneladas.

Os moai estão geralmente instalados em plataformas de pedra, e esse conjunto arquitetônico leva o nome de ahu. Há dois que merecem uma visita. O maior de todos é o ahu Tongariki, com 15 estátuas, no setor leste da ilha. Ele foi recentemente reconstruído com muito trabalho e a ajuda inestimável de um guindaste poderosíssimo. As figuras tombaram depois de que um tsunami, ocorrido o 22 de maio de 1960, passara pela ilha com ondas de 12 metros. Ele foi produzido pelo maior terremoto-maremoto que houve no Chile, considerado a maior cataclismo na história recente da Terra. Vendo hoje essas imensas estatuas em pé, dá para imaginar o poder da onda que varreu o lugar nesse dia de maio. Outro ahu interessante é o de Akivi, com cabalísticos sete moai. Dizem que ele possui muita energia e, além desse lado místico-energético, é o único que tem as figuras olhando para o mar.

Depois de se maravilhar com as figuras de pedra, é bom descobrir os outros atrativos da ilha. A cratera do vulcão Rano Kau é o lugar mais impressionante, com seu 1,5 quilômetro de diâmetro e seus 200 metros de profundidade. No fundo há centos de lagoas de água doce. No extremo sudoeste da cratera e numa estreitíssima planície se encontra a aldeia cerimonial de Orongo. Conta-se que Thor Heyerdalh descobriu em Orongo um observatório solar, que marca com precisão os equinócios de inverno e verão.

Merecem uma visita as praias de Anakena ou Ovahe, as únicas de Rapa Nui. A primeira é maior, com areia fina e branca, águas tranquilas, cristalinas e ligeiramente mornas. A pequena baia está protegida por coqueiros e há uma área de piquenique, com mesas e banheiros. É um bom lugar para passar a tarde e, mesmo em alta temporada, a praia nunca fica cheia. Já Ovahe deve ser visitada bem cedinho de manhã, porque o sol bate bem até meio-dia. Depois, a alta parede de rocha vermelha que protege suas costas faz sombra e a pequena prainha perde grande parte de seu encanto. Suas areias são cor de rosa e não é aconselhável tomar banho alem das ondas, por causa da forte ressaca e das muitas rochas ocultas embaixo d´agua. Ovahe vale pelo seu visual.

Um outro ponto para não se perder é a paisagem em 360 graus do Pacifico que permite o monte Terevaka, o mais alto da ilha. Tem-se a impressão de perceber a curvatura da Terra. Chega-se num jeep 4x4: o caminho é tortuoso , mas vale a pena ir até lá. Dentro dos passeios obrigatórios está o por do sol visto desde o ahu Tahai, perto do povoado de Hanga Roa.

Matéria do Terra Turismo.

Durban, um dos melhores destinos da África do Sul


Assim que o visitante desembarca no aeroporto da cidade, logo lhe vem uma pergunta à cabeça: cadê a África que estava aqui? Durban, cidade litorânea a 588 km de Johannesburgo, foge a todas as imagens já divulgadas sobre a África do Sul.

Se a maior potência do país é o destino indispensável para compreender o que foram os anos de apartheid, Durban é o exemplo prático de que a democracia (pelo menos a cultural) voltou a ditar as regras naquele país do sul do continente africano.

Não é de hoje que essa cidade da província de Zwazulu-Natal, a terceira maior do país, tem mostrado seu talento para abrigar estrangeiros. Primeiro, foram os portugueses que, encabeçados pelo explorador Vasco da Gama, chamaram de Natal aquela região selvagem, em homenagem ao dia em que desembarcaram, em 1497, em uma baía do Índico.

Séculos mais tarde chegavam os bôeres, de origens holandesas e alemãs, que cruzavam o centro do país em busca de terras mais seguras, longe da colonização britânica que ameaçava os territórios já conquistados na região do Cabo.

No entanto, foi o século 19 que determinou a mais marcante influência sobre a cultura local. O crescimento das plantações de cana-de-açúcar na região exigia novos trabalhadores e os ingleses, que já dominavam parte do país, foram buscar a solução em outra de suas colônias: a Índia.

Mais do que receber mão-de-obra barata e colocar a cidade na lista do maior produtor de açúcar da África do Sul, a região assistiu a uma profunda transformação dos hábitos locais.

Considerada a maior concentração de indianos fora da Ásia, essa cidade de passado zulu até parece alguma filial de Bombai ou Nova Déli. É impossível não se confundir entre os aromas e cores que enfeitam o Victoria Maket, mercado tradicional de origem indiana, não se entregar a um passeio nos clássicos riquixás orientais importados, em 1928, ou deixar de reverenciar mestres hindus em locais sagrados como o Temple of Understanding.

Mas nem só com curry e saris coloridos se cria um dos destinos mais procurados pelos sul-africanos e estrangeiros que visitam o país. As mesmas águas que fizeram do porto de Durban um dos maiores do continente africano são responsáveis também por quilômetros de belas praias de ondas fortes que convidam famílias e surfistas a dividirem o mesmo território.

Ao norte da cidade, as areias da Umhlanga Coast fizeram fama entre os praticantes do surfe em águas agitadas e jovens que procuram as praias badaladas desse balneário que oferece uma completa infraestrutura com bares, restaurantes e até seguranças particulares.

E assim, com aromas trazidos da Ásia e com brisa das praias badaladas do Índico, a África do Sul vai revelando outros cenários naturais e novas possibilidades turísticas.

Matéria do Uol Turismo.

Durban, um dos melhores destinos da África do Sul


Assim que o visitante desembarca no aeroporto da cidade, logo lhe vem uma pergunta à cabeça: cadê a África que estava aqui? Durban, cidade litorânea a 588 km de Johannesburgo, foge a todas as imagens já divulgadas sobre a África do Sul.

Se a maior potência do país é o destino indispensável para compreender o que foram os anos de apartheid, Durban é o exemplo prático de que a democracia (pelo menos a cultural) voltou a ditar as regras naquele país do sul do continente africano.

Não é de hoje que essa cidade da província de Zwazulu-Natal, a terceira maior do país, tem mostrado seu talento para abrigar estrangeiros. Primeiro, foram os portugueses que, encabeçados pelo explorador Vasco da Gama, chamaram de Natal aquela região selvagem, em homenagem ao dia em que desembarcaram, em 1497, em uma baía do Índico.

Séculos mais tarde chegavam os bôeres, de origens holandesas e alemãs, que cruzavam o centro do país em busca de terras mais seguras, longe da colonização britânica que ameaçava os territórios já conquistados na região do Cabo.

No entanto, foi o século 19 que determinou a mais marcante influência sobre a cultura local. O crescimento das plantações de cana-de-açúcar na região exigia novos trabalhadores e os ingleses, que já dominavam parte do país, foram buscar a solução em outra de suas colônias: a Índia.

Mais do que receber mão-de-obra barata e colocar a cidade na lista do maior produtor de açúcar da África do Sul, a região assistiu a uma profunda transformação dos hábitos locais.

Considerada a maior concentração de indianos fora da Ásia, essa cidade de passado zulu até parece alguma filial de Bombai ou Nova Déli. É impossível não se confundir entre os aromas e cores que enfeitam o Victoria Maket, mercado tradicional de origem indiana, não se entregar a um passeio nos clássicos riquixás orientais importados, em 1928, ou deixar de reverenciar mestres hindus em locais sagrados como o Temple of Understanding.

Mas nem só com curry e saris coloridos se cria um dos destinos mais procurados pelos sul-africanos e estrangeiros que visitam o país. As mesmas águas que fizeram do porto de Durban um dos maiores do continente africano são responsáveis também por quilômetros de belas praias de ondas fortes que convidam famílias e surfistas a dividirem o mesmo território.

Ao norte da cidade, as areias da Umhlanga Coast fizeram fama entre os praticantes do surfe em águas agitadas e jovens que procuram as praias badaladas desse balneário que oferece uma completa infraestrutura com bares, restaurantes e até seguranças particulares.

E assim, com aromas trazidos da Ásia e com brisa das praias badaladas do Índico, a África do Sul vai revelando outros cenários naturais e novas possibilidades turísticas.

Saiba por que Miami é um dos destinos preferidos


A mais latina e quente das cidades americanas, Miami é um dos principais destinos internacionais dos brasileiros, e isso não é recente. Isso se deve à perfeita combinação de ótimas praias, compras a bons preços e uma movimentada vida noturna.

O principal ponto da cidade é o bairro de South Beach: um lugar para ver e ser visto. De dia, a pedida é aproveitar o clima e pegar uma praia. Já na noite, o local se transforma em um epicentro de gente bonita, boates de luxo, além de restaurantes e bares de primeira classe.

Um dos atrativos da cidade são os shoppings para compras de eletrônicos e roupas. Para fazer tudo, o mais completo é o Dolphin Mall. Aos mais descolados, o indicado é o CocoWalk, enquanto os apaixonados por marcas luxuosas devem aproveitar a Falls Shopping Center ou Porto Bal. Vá a rua Ocean Drive, em South Beach, se seu negócio é ficar longe de centros comerciais.

Mas Miami não envolve só baladas e moda. Poucos sabem da intensa vida artística presente na cidade. O Museu de Arte Contemporânea, o Museu de Arte de Miami e Wolfsonian são imperdíveis. Já os interessados em arquitetura e design devem aproveitar o distrito de Art Deco caminhando pelas avenidas Washington e Collins deslumbrando-se com as belas casas.

Para conhecer o lado latino, tão forte na cidade, visite Little Havana, uma espécie de capital dos exilados cubanos do governo dos irmãos Castro. Aqui sinta o cheiro de charutos, escute muita salsa e ainda coma nos excelentes restaurantes locais.

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Veja o que é proibido levar na bagagem de mão em viagens de avião

As companhias aéreas e os aeroportos impõem regras para o tamanho e o conteúdo da bagagem de mão. Para não ser pego de surpresa, confira o roteiro abaixo.

Tamanho

  • Voos domésticos: a bagagem de mão não pode ser maior do que 115 cm, considerando altura mais comprimento mais largura. Ela deve pesar até 5 kg e caber embaixo do assento do avião ou nos compartimentos acima das poltronas. Se exceder o peso, a companhia aérea pode obrigar o passageiro a despachar a mala. Neste caso, a mala de mão terá seu peso somado ao da bagagem de viagem, o que não pode passar de 23 kg por passageiro.
  • Voos internacionais: o limite depende das normas estabelecidas pela companhia aérea.

O que não é permitido levar:

  • Voos domésticos: objetos cortantes ou perfurantes, como tesoura de unha e canivete, que só podem ser levados na bagagem a ser despachada. O passageiro pode ser obrigado a descartar eventuais objetos proibidos na mala de mão. Algumas companhias aéreas podem ter outras restrições. Consulte a empresa antes de viajar.
  • Voos internacionais: objetos cortantes ou perfurantes. Líquidos, pastas e substâncias tipo gel só podem ser transportados em recipientes de até 100 ml. Eles devem ser colocados em sacos plásticos de até 20 cm X 20 cm. Eles podem ser comprados em farmácias. Produtos como perfumes e bebidas adquiridos no free shop devem ser embalados em sacolas seladas, junto à nota fiscal da compra. Medicamentos podem ser transportados com prescrição médica --pode ser preciso apresentar a receita na inspeção do raio-X. Alimentos para bebês e líquidos especiais, como xaropes e soros, devem ser levados na quantidade a ser usada no voo e apresentados na inspeção.

O que é possível levar

Objetos como joias, documentos, ações, dinheiro, notebook, máquina fotográfica, filmadora, telefone celular e outros bens de valor devem ser transportados em bagagem de mão. Se houver necessidade de despachar o material, é preciso declarar o valor dos bens no check-in. Também é uma boa ideia levar na mala de mão uma troca de roupa para o caso de a bagagem ser extraviada.

Fonte: Infraero.

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Conheça dez hotéis estilosos em destinos vulcânicos



O vulcão islandês pode estar massacrando o mercado do turismo, mas nem todas as montanhas desse tipo são ruins, segundo a lista de hotéis estilosos em destinos vulcânicos criada pelos especialistas Mr. and Mrs. Smith (www.mrandmrssmith.com).

1. 101 Hotel, Reykjavik, Islândia
Eles não a chamam de Terra do Fogo e do Gelo à toa, mas se você está buscando charme, marque um encontro com o 101 Hotel, na capital portuária da Islândia, a mais de 100 km do famoso vulcão Eyjafjallajokull. Por trás da fachada clássica, você tem uma visão monocromática metropolitana, com quartos confortáveis e banheiros. Jante no Mod, de cozinha islandesa, ou confira a arte local na 101 Gallery. Em seguida, esquente-se na sauna do porão.

2. Hacienda de San Antonio, Colima, México
Nade na enorme piscina deste hotel coral-pink, decorado de forma clássica, e você conseguirá presenciar os declives do vulcão Colima à distância. Aninhado perto da costa do Pacífico à oeste da Cidade do México, este elegante retiro de 120 anos de idade oferece luxo considerável no meio de deslumbrantes jardins. A suíte júnior El Quetzal é inacreditável, com vistas panorâmicas, do terraço, do vulcão com auréola de fumaça. A Hacienda tem sua própria horta orgânica, então você pode jantar a deliciosa produção local e tomar uma margarita feita com a grappa de manga regional.

3. Mystique, Santorini, Grécia
Ataque uma das ilha Cyclades cercada pela vista de uma baía vulcânica, altamente romântica, relaxante e natural. Elevado sobre rochas da ponta sul de Oía, no norte de Santorini, este hotel sereno tem suítes brancas, espaçosas e arejadas com terraços privativos de vista para o mar. Os obcecados por ginástica vão amar as suítes Spiritual, inspiradas em spa, que trazem uma jacuzzi, equipamentos de ginástica e uma cama de spa para garantir que você estará com a melhor aparência.

4. The Boatshed, Auckland, Nova Zelândia
Se você adora chegar com estilo, pegue o trajeto de trem de 35 minutos de Auckland a ilha Waiheke, lar do Boatshed. Na rota você não conseguirá tirar seus olhos das linhas dramáticas da ilha vulcânica Rangitoto, que significa céu vermelho-sangue, mas que entrou em erupção pela última vez há 600 anos. Com somente sete suítes e um estilo náutico chique, o Boatshed é um hotel portuário com funcionários amigáveis que podem armar uma confusão. Subir o Rangitoto leva mais ou menos uma hora, mas a vista da borda da cratera vale a pena. Dentre os 50 vulcões que compõem a área de Auckland, este é o destino dos sonhos para fãs destas estruturas geológicas.

5. Hotel Raya, Ilhas Eólicas, Sicília, Itália
O estilista Giorgio Armani frequentemente passa suas férias na Panarea, uma das Ilhas Eólicas vulcânicas da costa nordeste da Sicília, e é fácil entender por que. Para uma escolha perfeita que capte o charme mediterrâneo da Panarea, confira o hotel Raya, que oferece vistas do icônico vulcão Monte Stromboli, deliciosos frutos do mar, mergulho e velejo de alta qualidade e a casa noturna Raya, para noites quentes. A flamejante Stromboli e a sulfurosa Vulcano são só duas das sete Ilhas Eólicas irmãs onde é possível fazer um tour, ou pare na Sicília onde o vulcão Etna domina a paisagem.

6. Amankila, Bali, Indonésia
O que você ganha quando junta um resort de luxo com um rochedo íngreme costeiro abaixo do ponto mais alto de Bali e do vulcão mais sagrado? Amankila, na costa lesta da ilha perto de Manggis, que exibe uma vista composta pelas garras do monte Agung. Aproveite a visão do santuário rústico e luxuoso do seu terraço privativo, entre coqueiros, ou da tentadora infinidade de piscinas, que leva da recepção ao litoral. Todas as suítes ficam em cabanas com teto de palha, mas seu interior oferece um toque do estilo moderno e sofisticado de Bali.

7. Ace Hotel, Portland, Estados Unidos
Ao alcance dos vulcões adormecidos Monte Hood e Monte Tabor, assim como dos ativos Monte St. Helens e Monte Rainier mais ao norte --e de magnífico snowboarding--, este hotel é único no centro de Portland. O estilo ali é de uma toca descolada de um designer gráfico, com murais de artistas, achados vintage e vitrolas nos quartos, mais uma caixa de discos para rodar. Dê um pulo ao bar e restaurante Clyde Common logo ao lado e pegue-se dividindo um coquetel One-Trick Pony ou mesmo um Suicide Note.

8. Huka Lodge, Lago Taupo, Nova Zelândia
Um chalé de caça tradicional dos anos 1920 famoso por seus quartos suntuosos à beira do rio, culinária criativa e pesca de alto nível, Huka Lodge é uma das hospedagens mais procuradas da Nova Zelândia e amada pelas celebridades. Localizada no coração do norte da ilha, perto de Lago Taupo --o maior lago da Nova Zelândia, formado por uma erupção vulcânica de 30 mil anos atrás-- está ainda muito perto do Monte Ruapehu, ainda ativo, lar dos centros de ski Whakapapa e Turoa, onde você pode descer cones vulcânicos.

9. La Minervetta, Sorrento, Itália
Com um peculiar estilo náutico, a construção na costa Amalfitana perto de Sorrento traz vistas vertiginosas do Vesúvio e da Baía de Nápoles de sua piscina e deslumbrante terraço. La Minervetta está perto para visitar os famosos sítios arqueológicos de Pompeia e Ercolano, ambos vítimas das ancestrais erupções vulcânicas devastadoras, mas agora entre as principais atrações turísticas da Itália.

10. Losari Spa Retreat & Coffee Plantation, Yogyakarta, Indonésia
Este canteiro de café em uma montanha remota em Java, a principal ilha da Indonésia, está cercado por plantações e nada menos do que oito vulcões. Fica em uma vila de autêntico estilo colonial holandês, entre 25 hectares de amáveis jardins e cafezais. Naturalmente, a plantação caseira de café é um dos principais pontos turísticos, assim como o premiado spa que oferece banhos de estilo turco e usa ervas e outros ingredientes cultivados no local. Há ainda excelentes trilhas pela floresta, um centro cultural Yogyakarta e um templo budista Borobudur, os dois de fácil acesso.

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Vida nova na velha Hong Kong


Wan Chau costumava ser mais conhecida entre os estrangeiros como uma área repleta de bares pobres e casas de massagem, mas que permanecia popular entre os moradores locais, repleto de prédios de apartamentos históricos, feiras livres à moda antiga de dia e jovens jogando basquete após a aula. Agora, o bairro de Hong Kong está prosperando, à medida que emerge uma cena cultural e tipos jovens criativos e empreendedores começam a ser atraídos por seus aluguéis baratos.

À frente deste renascimento está o Pawn (62 Johnston Road; 852-2866-3444; thepawn.com.hk), um gastropub, situado em um prédio colonial de três andares reformado que data de 1888. O Pawn é uma excentricidade em uma cidade onde os prédios raramente duram mais que uma década. O local já foi endereço de uma casa de penhores (pawnshop) e seu logotipo manteve o peão (pawn) de xadrez – uma imagem ainda encontrada nas lojas de penhores da cidade – desde que foi reaberto em 2008. Os frequentadores agora podem provar clássicos britânicos modernos no salão de jantar e no merecidamente adorado jardim na cobertura.

“A comunidade local está se tornando mais ciente de que uma das formas de melhorar e criar um ambiente urbano de qualidade e vibrante, em Hong Kong, é preservando o valor histórico e arquitetônico das características locais”, disse Paulo Pong, que nasceu na área e é um fundador do The Pawn.

Ele também é um especialista em vinhos, que assegurou que o pub ofereça favoritos obscuros, como um Kalleske Greenock de 2005 do Barossa Valley da Austrália (740 dólares de Hong Kong, ou cerca de US$ 97, com o dólar americano cotado a 7,60 dólares de Hong Kong).

Perto dali fica o restaurante Bo Innovation (60 Johnston Road; 852-2850-8371; boinnovation.com), detentor de estrelas Michelin e um raro fornecedor de gastronomia molecular na China. O autoproclamado “demon chef” Alvin Leung serve criações como filé de canguru com crosta de pimenta de Sichuan e sorvete de linguiça de porco chinesa. O cardápio de degustação do chef custa 1.080 dólares de Hong Kong, sem incluir vinho.

Diz algo a respeito de Wan Chai o fato da grife de design francesa agnès b ter escolhido a área para sua única galeria de arte fora de Paris (18 Wing Fung Street; 852-2869-5505). O ponto oferece instalações rotativas e exposições únicas. As proximidades da Gresson Street ficam lotadas de bancas de ambulantes vendendo flores, a ponto da Ooi Botos Gallery (Nº 5; 852-2527-9733) poder ser difícil de ser encontrada, mas vale a pena procurá-la pelas pinturas e fotos incomumente sofisticadas.

Na Books Attic (D1, 7-17 Amoy Street; 852-2259-3103; bookattic.info), Jennifer Li, a proprietária, serve chá chinês gratuito enquanto você folheia milhares de livros usados, incluindo edições fora de catálogo dos tempos da cidade como colônia britânica.

Kapok (5 Street Francis Yard; 852-2549-9254; ka-pok.blogs.com) é um centro criativo, vendendo quaisquer misturas de joias, artigos domésticos e roupas que Arnault Castel, o proprietário, considerar interessante. Descobertas recentes incluem um colar de Stephanie Simek feito de mel de verdade solidificado (1.980 dólares de Hong Kong).

Wan Chai ainda não é conhecido como um destino de vida noturna, mas isso pode estar mudando. O Habitat Lounge (29º andar, QRE Plaza, 202 Queens Road; 852-2907-0888) é um bar cheio de estilo, descontraído, frequentado pelos moradores locais. Você pode beber coquetéis criativos enquanto aprecia, do bar na cobertura, as vistas deslumbrantes do porto.

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