Agência "traduz" cartões postais de SP a gosto do cliente


Ao contrário do Rio de Janeiro, que tem uma beleza óbvia e muito divulgada internacionalmente, a cidade de São Paulo tem uma beleza mais indecifrável. Em meio a grande massa cinza que se configura aos olhos de quem vive, trabalha e conhece a maior capital financeira do país, há cenários belíssimos, mas que se perdem na rotina de brasileiros e estrangeiros. São praças, igrejas, monumentos, casarões, museus, edifícios, bosques, construções e obras de arte que retratam diversas épocas de nossa história e estão espalhados pela cidade.

Por causa disso, a empresária Flávia di Paolo criou uma agência de turismo especializada em "decifrar" a capital paulista. "São Paulo é a capital mundial dos contrastes. Aqui existem cenários que você não encontra em nenhum outro lugar", afirmou Flávia. Sua proposta é apresentar passeios que combinem com a área de interesse específica do cliente. Um profissional de moda, por exemplo, terá em seu roteiro as ruas Oscar Freire, Bela Cintra e Lorena, com paradas nas lojas das melhores grifes brasileiras, além de lojas de design conceituais. Já um empresário visitará a Bovespa, o Centro Cultural Banco do Brasil e a Avenida Paulista.

No caso principalmente de estrangeiros, além dos passeios terem ligação com o motivo da estadia da pessoa no Brasil, há um tour de apresentação pelos cartões-postais da cidade, como a Estação da Luz e o Parque do Ibirapuera, e uma visita a lugares inusitados. Entre eles a Casa de Pedra, construída com cimento, barras de ferro e centenas de ornamentos, como porcelanas, pedras, telefones, pratos e bolinhas de gude embutidos nas paredes onde é possível comer jabuticaba direto do pé, em um jardim suspenso, e ter uma visão panorâmica de alguns bairros da cidade.

Fonte: Portal Terra Turismo

Em Ho Chi Minh, no Vietnã, buzinas, aromas e história se misturam nas ruas

Se você está atrás de lojas caras, shopping centers luxuosos e marcas famosas (pelo menos as originais), risque Ho Chi Minh do seu roteiro de viagens.
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O espetáculo da maior cidade do Vietnã acontece bem longe dos circuitos internacionais de consumo. Suas cores são as da vistosa paisagem tropical, sua trilha sonora é a das onipresentes buzinas de motocicletas e seu cheiro é o da deliciosa sopa pho bo (pronuncia-se fô-bô). E o interesse maior está nas ruas de uma metrópole marcada pelos resquícios do passado rural ainda recente para boa parte de seus habitantes.
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Isso não quer dizer que Ho Chi Minh - ou Saigon, se preferir - tenha virado as costas para o comércio de nariz empinado. Nas beiras da rua Dong Khoi, prédios gigantescos abrigam hotéis de luxo e filiais de grifes estrangeiras tentam emplacar seu estilo. Mas se tornam quase exóticas em contraste com a pobreza de uma população que está apenas uma posição acima da Índia em renda per capita na Ásia.
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Isso faz com que a diversão ocorra a céu aberto e com bem poucos recursos. Futebol no parque, crianças nos playgrounds públicos, cervejadas em banquinhos improvisados na calçada, refeições com o prato na mão e cochilos no meio da rua - inevitáveis, com o calor escaldante - fazem a alegria de uma população que, aos poucos, aprende a explorar o turismo.
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Portanto, não se aborreça se um vendedor se recusar a interromper a soneca para pegar seu pedido ou uma atendente do famoso mercado Ben Thanh puxar sua camisa para fazer as ofertas. E, na hora das compras, nas lojas ou nas ruas, prepare-se para pechinchar no peculiar inglês local. Isso porque os preços quase nunca estão escritos e, para estrangeiros, eles começam pelo menos três vezes mais alto que o original. O que não significa lá muita coisa - pagar o triplo de 30 centavos por uma água de coco continua sendo razoável.
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Os preços vietnamitas são de deixar boquiabertos os turistas, inclusive brasileiros. Por pouco menos de 20 reais janta-se no muito saboroso Huong Lai, com sua bela variedade de pratos locais e atendimento caprichado. Já uma refeição completa numa das lojas do Pho 24 custa cerca de oito reais e prepara para um dia todo de caminhadas. Num país que ainda não foi dominado pelos molhos prontos e congelados, comer o que quer que seja é sempre uma experiência e tanto.
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Vegetais fresquíssimos temperados com o sabor marcante do molho de peixe nuoc man, carnes cozidas por muitas horas na água de coco e os preciosos rolinhos nem cuon, feitos com papel de arroz, são sempre recompensadores. No café da tarde, pare em uma cafeteria qualquer ou em uma das lojas da rede Highlands Café para saborear a bebida na versão local, feita de um jeito bem diferente do nosso.
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Um mundo só de motos
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A vida em Ho Chi Minh começa bem cedo, com os primeiros vendedores circulando pelas ruas com seus famosos chapéus em formato de cone, e termina tarde, com os jovens locais namorando ao redor dos parques em cima de suas inseparáveis motocicletas. E não são só as paqueras que acontecem no lombo de duas rodas - homens, mulheres, animais, famílias inteiras andam a velocidades inferiores a 40 km numa cidade que dispensou as quatro rodas.
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Não há semáforos e as faixas de pedestres são enfeites. Atravessar a rua na capital econômica do Vietnã (a política é Hanói) é sempre uma aventura. Se tiver muitos problemas, a dica é: cole num local e ele vai conduzi-lo são e salvo ao outro lado.
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Com boa parte dos pontos turísticos localizados em volta do centro, Ho Chi Minh não precisa de meios de transporte para ser visitada. Exceto pelo bairro Cholon, a China Town, que reúne alguns dos melhores templos da cidade.
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Para chegar lá, use um taxi (o percurso não vai sair mais de dez reais) ou um tuk-tuk, espécie de bicicleta não motorizada com espaço para um passageiro. Mas tome cuidado para não ser enganado: o ideal é escrever o preço no papel e conseguir o consentimento do motorista. Se ele oferecer mais outros destinos, desconfie: a conta no final pode ser maior. O passeio sairá por volta de seis ou sete reais, ida e volta.
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Memórias da Guerra
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Costuma-se dizer que as guerras são contadas sempre do ponto de vista do vencedor. Essa máxima, no entanto, não vale para a Guerra do Vietnã. Embora tenha vencido a guerra, o país pouco disse ao mundo sobre o conflito que até hoje marca a fundo a população local. Com o incentivo do governo socialista, os vietnamitas falam com orgulho sobre a vitória e não medem palavras ao contar as atrocidades a que assistiram.Um exemplo é o Museu da Guerra, que relembra em fotos chocantes os terrores do passado.
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Em vez de prejudicar, o abandono das instalações complementa a experiência de ver de perto a verdade dos conflitos armados.Bem diferente é o Palácio da Reunificação, construído em 1966 pelo Vietnã do Sul para servir de sede ao governo filiado aos Estados Unidos.
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Suntuoso na parte acima da terra, embaixo dela ganha ares de filme, com instalações para servir de fuga ao presidente em caso de bombardeiro do prédio. Mapas, telefones de emergência, máquinas de datilografar para envio de mensagens secretas - tudo foi mantido exatamente como era.
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INFORMAÇÕES E SERVIÇO
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Site de turismo do país - http://www.vietnamtourism.com/
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Site de turismo da cidade - http://www.tourism.hochiminhcity.gov.vn/
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Embaixada da República Socialista do Vietnã em Brasília - SHIS QI 09, Conj. 10, Casa 1, Lago Sul, Brasília - DF, tel. (61) 3364-5876; tel/fax (61) 3364-5836. De segunda a sexta, das 9h às 12h e das 15h às 18h, e-mail: embavina@uol.com.br
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Embaixada da República Federativa do Brasil em Hanói - 14, Thuy Khue Street, Apt. T-72, Hanoi, tel. 84 (4) 843-0817 / 2544, fax 84 (4) 843-2542, e-mail: vetbrem@netnam.org.vn ou ambviet@netnam.org.vn
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Moeda - Acesse economia.uol.com.br/cotacoes/ para acompanhar a cotação.
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Idioma - Vietnamita
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DDI - 84
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Código de Ho Chi Minh - 8
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Câmbio - No aeroporto, guichês de casas de câmbio brigam para atrair clientes - fique de olho, pois a cotação varia de uma para outra. As agências de turismo na região de Pham Ngu Lao e os hotéis também oferecem o serviço. Algumas lojas voltadas ao turista aceitam dólar (no entanto, a cotação tende a ser desvantajosa para o cliente).
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Gorjetas - Não são comuns, mas despertam largos sorrisos quando oferecidas.
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Telefones de emergência - 115 (ambulância), 114 (bombeiros), 1080 (informações) e 113 (polícia).
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Correio - O principal fica próximo à catedral de Notre Dame, no centro. 2 Cong Xa Paris.
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Segurança - Tome cuidado com seus pertences, especialmente em lugares muito movimentados, mas não se preocupe com assaltos a mão armada. É comum que vendedores e motoristas de táxi tentem enganar turistas, mas tudo é feito na lábia, sem recorrer à violência.
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Voltagem - 127/220 V; Plugues A, C e G. Para usar eletroeletrônicos brasileiros, especialmente os com plugues cilíndricos, leve um conversor de tomada.
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Internet - A maior parte dos hotéis, mesmo os com preços mais baixos, oferecem internet sem fio gratuitamente. Cyber cafés também são comuns, mas não conte com ambientes sofisticados.
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Em Durban, praias da Golden Mile prometem diversão para toda a família

Areias de ouro: é como os exploradores portugueses se referiam às praias de Durban, já no século 16. Muitos anos se passaram desde então e o nome não poderia manter-se mais atual: os seis quilômetros de praias douradas, banhadas pelas águas mornas do Oceano Índico e ensolaradas o ano todo, ainda conservam o mesmo esplendor que tanto fascinou Vasco da Gama e seus compatriotas há mais de 500 anos. Com atrações que vão desde esportes aquáticos até passeios de teleférico e restaurantes, a Golden Mile, como é conhecida a extensão de praias da terceira maior cidade da África do Sul, tem tudo para encantar visitantes de todas as idades.

Começando no Suncoast Casino, ao Norte, e se estendendo até o Vetchies Pier, ao Sul, os seis quilômetros de praias de Durban são especialmente conhecidos por surfistas de todo o mundo, graças às suas ondas longas. Embora pareça uma única praia, cada área na extensão da Golden Mile recebe um nome diferente. Do norte para o sul, elas são denominadas Dunes, North Beach, Dairy Beach, Wedge Beach, South Beach e Addington Beach. Enquanto North Beach é palco de diversos campeonatos mundiais de surfe, a relativamente calma Addington Beach possui ondas pequenas e é ideal para quem ainda está aprendendo a se equilibrar sobre uma prancha. Já Dairy Beach abriga o imperdível Time Warp Surfing Museum, fundado por Baron Stander, um dos pioneiros do esporte no país.

Mas o surfe não é, nem de longe, o único atrativo da região, conhecida como o playground sul-africano. Em toda a extensão de praias, protegidas por redes contra tubarões e intensamente monitoradas por salva-vidas, é possível praticar, também, windsurfe, kitesurfe e canoagem. Isso, é claro, além da possibilidade de nadar, simplesmente se bronzear nas areias douradas ou, ainda, embarcar nos passeios de um dia para observar animais marinhos ou praticar pesca em alto-mar.
Quem estiver interessado na vida aquática terá muito o que ver no Ushaka Marine World, o maior parque temático marinho da África, no extremo sul da Golden Mile. É lá, ambientado na réplica de um navio cargueiro dos anos 20, que está um dos cinco maiores aquários do mundo, com uma incrível variedade de tubarões e peixes marinhos. No complexo, os visitantes têm acesso ao Sea World, onde, além dos aquários, é possível assistir a apresentações de golfinhos e focas, ou até mergulhar num viveiro repleto de tubarões; e ao parque aquático Wet'n'Wild, com seus toboáguas radicais, perfeitos para quem gosta de emoções mais fortes.

Depois de um dia agitado, quem ainda tiver disposição, pode fazer compras na Ushaka Village Walk, dentro do complexo, onde há lojas de grifes e diversas opções de restaurantes para todos os gostos. E por falar em compras, quem estiver atrás de suvenires e produtos artesanais do país pode também fazer a festa nas inúmeras feirinhas espalhadas ao longo das praias, nas quais, com uma boa pechincha, é possível comprar de cerâmicas típicas e roupas por ótimos preços.

Ao cair a noite, a diversão fica por conta das inúmeras boates e restaurantes espalhados pela Golden Mile, com opções que vão de bares descolados a restaurantes sofisticados, nos quais é possível ouvir o renomado jazz sul-africano, enquanto se experimenta deliciosos pratos de frutos do mar. Outro passeio imperdível é visitar o Suncoast Casino, ao norte, onde além das máquinas caça-níquel e das mesas de carteado, há mais restaurantes e diversas boates, frequentadas em sua maioria por descendentes de indianos, que representam 20% da população de Durban e têm na região a maior colônia fora da Índia.

Embora à noite seja aconselhável pegar um táxi para ir aos lugares, a melhor forma de conhecer a Golden Mile durante o dia é mesmo a pé. E não é necessária nenhuma preocupação: toda a extensão de praias é vastamente policiada por oficiais atenciosos e dispostos a ajudar. Caminhando, você poderá observar todos os detalhes da principal área turística de Durban, parando ao longo do caminho para visitar outras atrações espalhadas ao longo da rota, como o Fitzsimons Snake Park, interessante viveiro com cobras de diversas espécies, e o Da Gama Clock, relógio dado de presente pelo governo de Portugal em homenagem à descoberta da cidade por Vasco da Gama, enquanto seguia sua jornada a caminho das Índias.
Se nessa caminhada você se cansar, não deixe de aceitar a carona de um zulu riquixá. São homens vestidos com coloridos trajes tradicionais que, com uma espécie de charrete totalmente enfeitada, levam os turistas para passear pela extensão de praias a preços módicos. Retratos da forte influência indiana no país, eles costumavam ser centenas espalhados por toda a cidade nos anos 1930, mas agora são apenas cerca de 20, e atingiram o status de atração turística, oferecendo viagens curtas ao longo de toda a Golden Mile e parando constantemente para fotografias.
Crianças também têm vez na Golden Mile

Quem viaja com crianças não precisa se preocupar: as atividades para os pequenos são muitas na Golden Mile. Além do Ushaka Marine World, que permite a entrada de crianças de todas as idades, elas também podem ser divertir no Funword, um parque de diversões com atrações que vão desde o tradicional barco viking até carrosséis mais tranquilos para os menores.
É lá que também está localizada a entrada para um teleférico imperdível, que permite uma vista aérea incrível das praias, ainda mais bonita à noite. Outra garantia de diversão para a garotada é a Mini Town, uma miniatura da cidade de Durban pela qual é possível caminhar e ver pequenas réplicas perfeitas dos principais prédios, assim como miniaturas em funcionamento do trem, porto e aeroporto da cidade. Isso sem falar nas piscinas públicas à beira-mar, de uso gratuito, que prometem deixar os brasileiros impressionados com a limpeza e organização do local.

O Básibo

Documentos

Brasileiros não precisam de visto de turismo para entrar na África do Sul. Mas seu passaporte deverá possuir 30 dias de validade e uma página em branco na seção de vistos para passar pela imigração sul-africana. O país exige certificado internacional de vacina contra febre amarela, que precisa ser tomada ao menos dez dias antes da viagem, em qualquer posto de saúde ou clínica particular. Ao ser vacinado, você recebe o cartão nacional da vacina, que deve ser trocado pelo certificado internacional nos postos da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (anvisa.gov.br/viajante) presentes nos aeroportos.

Como chegar

A South African Airways (SAA) é a única companhia aérea que voa do Brasil direto para a África do Sul. Para chegar em Durban você deverá embarcar para Johannesburgo, principal cidade do país, e de lá embarcar em um voo de aproximadamente 1h10min para o destino final. Existe um voo diário de São Paulo para Johannesburgo e de lá há opções de vários voos diários para Durban da própria SAA, da britânica British Airways ou das companhias locais Kulula, Mango, South African Express, Interlink, 1Time e Airlink.

Operadoras com pacotes para o destino

Os passeios oferecidos pelas agências de viagem geralmente incluem Durban em um itinerário de visitas a várias outras cidades sul-africanas, como Cidade do Cabo e Johhanesburgo.

CVC
Tel: (11) 2191-8911
www.cvc.com.br

RCA Turismo
Tel: (11) 3017-8700
www.rcaturismo.com.br

Maktour
Tel: (11) 3818-2222
www.maktour.com.br

Marsans
Tel: (11) 2163-6800
www.marsans.com.br

Submarino Viagens
Tel: (11) 4003-9888
www.submarinoviagens.com.br

Interpoint
Tel: 0800-771-9400
www.interpoint.com.br

CiaEco
Tel: (11) 5571-2525
www.ciaeco.tur.br

Operadoras locais

Muitas operadoras locais oferecem passeios de um dia pela Golden Mile, com opções interessantes para quem deseja ver tudo com orientação de guias profissionais e um itinerário definido. A melhor opção, no entanto, é mesmo ver tudo por conta própria e a seu próprio tempo, para não perder nenhuma das várias atrações da extensão de praias.

Walkabout Tours
Tel: 27 (031) 304 4934

Springbok Atlas Durban
Tel: 27 (031) 201 3530
www.springbokatlas.co.za

Tours South Africa
Tel: 27 (021) 701 1202
www.tourssouthafrica.co.za

Tekweni City Explorer
Tel: 27 (086) 111 3915
www.tekweniecotours.co.za

City Discovery
www.city-discovery.com

Atrações

Ushaka Marine World
Tel: 27 (031) 328 8000
www.ushakamarineworld.co.za

Time Warp Surfing Museum
Tel: 27 (082) 452-1637

Suncoast Casino
Tel: 27 (031) 328-3000
www.suncoastcasino.co.za

Fitzsimons Snake Park
Tel: 27 (031) 337 6456

Funworld
Tel: 27 (031) 332 9776

Mini Town
Tel: 27 (31) 3377892

Riksha Rides
Tel: 27 (031) 311 4500

Onde Ficar

Blue Waters Hotel
Tel: 27 (031) 327 7000
www.bluewatershotel.co.za

Garden Court Marine Parade
Tel: 27 (031) 337 3341
www.southernsun.com

Parade Hotel
Tel: 27 (031) 337 4565
www.paradehotel.co.za

Protea Hotel Balmoral
Tel: 27 (031) 368 8220
www.raya-hotels.com

Tropicana Hotel Durban
Tel: 27 (031) 368 1511

Beach Hotel Durban
Tel: 27 (031) 332 7361

Informações turísticas

www.durbanexperience.co.za
www.durban.kzn.org.za
www.durban.gov.za
www.durban.co.za

Para ver a notícia direto da fonte, clique aqui.

Descubra Aruba, a ilha com águas azuis e sem furacões

Brasil está descobrindo Aruba. Dados do governo do país caribenho mostram que nos últimos cinco anos o número de turistas brasileiros nessa ilha ao norte da Venezuela subiu 74%. Praias paradisíacas, excelente infraestrutura, voos diretos e estar fora da rota principal dos furacões são alguns dos motivos que atraem cada vez mais pessoas.

Antes parte das Antilhas Holandesas e colônia dos Países Baixos, hoje Aruba é uma monarquia constitucional, onde existe um governador indicado pela rainha holandesa, e um primeiro-ministro e parlamento eleito democraticamente pelo povo.

É no idioma papiamento que Aruba se aproxima do Brasil. Trata-se de uma língua oriunda do português-africano vindo com os escravos de Cabo Verde. A partir da chegada, elementos do espanhol, inglês e holandês foram incorporados com o passar dos anos. Apesar de ser uma língua de mais de 300 anos, somente em 2003 ela foi considerada idioma oficial junto ao holandês.

Por ser Caribe, o calor, céu brilhando e muito sol predominam durante todo ano com temperatura média de 28ºC. E o melhor: os furacões (que assustam em muitos dos principais destinos caribenhos entre os meses de julho e novembro) aqui passam praticamente despercebidos.

A primeira parada é a capital, Oranjestaad, onde os voos da Copa Airlines e da Gol/Varig pousam. A ilha é pequena e é possível conhecê-la toda alugando um scooter ou um jipe 4x4, pois nos lugares mais remotos da ilha o caminho é precário e sem asfalto. A melhor opção para curtas distâncias são os táxis, de preços bem acessíveis.

A costa é onde você certamente passará a maior parte do seu tempo de viagem. Se quiser luxo, vá para Palm Beach, onde estão os melhores resorts all inclusive, hotéis cinco estrelas, lojas, bares, restaurantes e boates. Sua extensão de mais de três quilômetros, com águas calmas de cor azulada e areias brancas, também é ideal para relaxar, praticar esportes aquáticos e dar um bom mergulho.

Outro must do litoral é Baby Beach, com seu mar raso. Em nenhum lugar da praia a altura da água passa de um metro e meio, tornando o local uma enorme piscina e um dos principais pontos de snorkeling da ilha. Aos fãs de windsurfe e kitesurfe, a pedida é a aproveitar Hadicurari Beach, enquanto aos que preferem um programa mais light como fazer piquenique e ficar de pernas para o ar, Eagle Beach é ideal.

Mas não deixe de aproveitar também a natureza exuberante do país. Um dos lugares mais interessantes de Aruba é o Parque Nacional Arikok, que ocupa 18% do território nacional. Por conta de seu microclima único e a formação vulcânica, parte da flora e fauna é exclusividade da região, como os casos dos pássaros shoco e pirikich.

Outros pontos impressionantes são o Santuário de Pássaros de Bubali e a Fazenda de Borboletas. Além disso, boas opções são passeios de um dia para Conchi, piscina natural acessível somente de jipe 4x4 ou a Ilha Renaissance. Trata-se de uma pequena ilha fora da costa, mas para conhecer é preciso estar hospedado no Renaissance Hotel.

Fonte: Portal Terra Turismo

Ranking de mergulho esnoba Fernando de Noronha


Dá para ser mais bonito do que Fernando de Noronha? A revista americana Forbes indicou os 13 mais exuberantes mares, corais e praias a serem explorados pelos mergulhadores no mundo em 2009. Lugares como Fiji, Mar Vermelho e Bahamas são apenas algum dos pontos paradisíacos que deveriam estar na lista de próximos destinos segundo o veículo. Pasmem, o arquipélago de Fernando de Noronha está de fora das eleitas. Confira a lista.

Ilhas San Blas, Panamá

Apesar de ser uma região controlada por povos nativos que destruíram parte dos corais, existem recifes completamente intocáveis nas Ilhas San Blas. Na parte leste da região, tours levam turistas para locais completamente inexploradas com águas cristalinas. Já na oeste, naufrágios compõem a paisagem de Cayos Los Grullos. Ilhas Phi Phi, Tailândia

Em outros tempos frequentado só por alpinistas, o arquipélago de Phi Phi acabou sendo descoberto por mergulhadores. O principal ponto é Hing Klang, um recife localizando entre as ilhas de Bamboo e Phi Don. Um dos destaques é a quantidade de peixes tropicais que podem ser vistos.

Safaga, Egito

Esses rasos corais na parte egípcia do Mar Vermelho atraem tanto experientes quanto amadores. Os golfinhos, polvos, peixes palhaços e peixes leões, um dos mais venenosos do mundo, são apenas alguns dos ilustres habitantes da área. Na Soma Bay há um píer que permite excelente opção de mergulho só com máscara. Tours também levam turistas para uma pequena ilha de areia no meio do mar.

Culebra, Porto Rico

Se dinheiro for problema, Culebra é a melhor escolha. Em uma viagem que custará cinco dólares, chega-se à praia de Flamenco vindo da ilha principal de Porto Rico. A praia é famosa por campings e festas, mas se caminhar por 20 minutos até Carlos Rosario, encontrará um dos melhores pontos de mergulho do Caribe.

Salt Cay, Turks & Caicos, Caribe britânico

Assim como Safaga, a principal atração de Salt Cay é a fauna marítima. Tubarões e raias podem ser vistos em tours pelos corais da região. Se for visitar no inverno, é bem provável que você escutará o canto das baleias jubartes e até as veja. Também há um naufrágio a ser visitado e diversos corais próximos à costa.

Rurutu, Polinésia Francesa

O melhor lugar para ver baleias é Rurutu. Entre julho e outubro, jubartes imigram da Antártica para as águas próximas à Polinésia. Se tiver sorte pode ficar muito próximo do mamífero.

St. John, Ilhas Virgens Americanas

Por ser quase todo um parque nacional, St. John está praticamente intacto. Iniciantes podem começar pelo Trunk Bay, onde há uma "trilha" submarina que vai guiando pelos principais atrativos. Para os mais experientes, alguns pontos podem se alcançados a partir de praias como Leinster Bay e Haulover Bay.

Parque Makaha Beach, Oahu, Havaí

Um dos lugares mais acessíveis da lista, as águas do Parque Makaha Beach oferecem uma visibilidade de mais de 30 metros. É possível ver esponjas, peixes, raias, enormes tartarugas e golfinhos, mas no inverno, a prática do mergulho pode ser proibida por conta das ondas e dos surfistas que tomam conta da praia. Parque Nacional Aquático Bunaken, IndonésiaEssa reserva ambiental é composta em 97% por água, e o Parque Nacional Aquático Bunaken é conhecido pela diversidade de seus corais, invertebrados e as mais de 2,5 mil espécies de peixes que habitam a região.

Grande Barreira de Coral, Austrália

O maior coral do mundo pode ser visitado em passeios diários saindo de Port Douglas, cidade turística mais próxima do recife. O principal ponto são as partes da borda externa chamadas de Agincourt Reefs. Outras opções são as ilhotas de Heron e Lady Elliot com suas raias, tartarugas, nudibrânquios e moluscos.

Florida Spring Holes, Flórida

O único da lista com água doce. Além de peixes específicos da região, crocodilos dão tom ao lugar. Um bom ponto é Silver Glen Springs, na Floresta Nacional de Ocala, com sua vasta fauna marítima. O Blue Spring State Park também vale, mas talvez seja interrompido caso peixes-bois estejam de passagem pelo local.

Fiji

Esse complexo de 330 ilhas é um paraíso. Corais emergem do fundo do oceano até as superfícies rasas, onde vivem estrelas do mar, ouriços, tubarões, raias. Recifes são visitados em tour ou acessados pela própria costa. Ilhas Bimini, Bahamas

Aqui a graça é o mistério. Uma curiosa formação de duas linhas paralelas retangulares, segundo a lenda, levaria para Atlantis, cidade perdida do Oceano Atlântico. Outro destaque é um barco naufragado durante um furação em 1926. Golfinhos também habitam a região.

Fonte – Terra Turismo

Moda, design e arte atraem turistas, profissionais e consumistas à italiana Milão


Milão (Milano, em italiano), segunda maior cidade da Itália, com 3,9 milhões de habitantes, não tem o charme da Toscana, o caos de Nápoles, a comilança de Emilia-Romanha ou os milênios de história de Roma. Caracteriza-se, sim, por ser um dos grandes centros internacionais da moda e do design. Muito do enfoque turístico da cidade reside nestas indústrias, que atraem profissionais, turistas e consumistas de plantão.
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Sedento pelas últimas tendências e pelas mais caras e famosas grifes, esse público concede a Milão aquele famoso ar de elegância e sofisticação que só mesmo o italiano tem. Ali o dinheiro circula. Mas não é só isso. Quem visita a cidade encontra ainda o célebre Teatro alla Scala --palco de grandes óperas, uma agitada vida noturna, ótimos restaurantes, prestigiados museus, relíquias históricas e artísticas e o Duomo, a catedral gótica mais antiga do país
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INFORMAÇÕES E SERVIÇOS
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Site do país - http://www.enit.it/
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Site de turismo da cidade - http://www.turismo.comune.milano.it/pls/milano/!turismo Consulado geral - Corso Europa 12, fone (02) 777.1071, consular@consbrasmilao.it, http://www.consbrasmilao.it/
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Idioma - Italiano (Italian, inglês)
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Fuso horário - 4 horas a mais em relação a Brasília
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DDI - 39
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Código da cidade - 02
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Telefone de emergência - 112 (Polícia)Informações turísticas - O principal APT fica na Via Marconi 1, no Palazzo di Turismo na Piazza del Duomo, à direita, olhando para a catedral. Aberto seg. a sex. das 8h30 às 18h, sáb., das 9h às 13h e das 14h às 18h; dom., até 17h. Com informações locais e regionais, encontra-se à venda o guia "Milan Is Milano". Há outro centro de informações na Stazione Centrale, aberto de seg. a sáb., das 9h às 18h, e dom., das 9h às 12h30 e das 13h30 às 17h. Este último faz reserva de hotéis e pensões gratuitamente.Feriados - 1º/jan (Ano-Novo); 6/jan (Dias de Reis); Páscoa; 25/abr (Dia da Libertação); 1º/mai (Dia do Trabalho); 15/ago (Assunção); 1º/nov (Dia de Todos os Santos); 8/dez (Imaculada Conceição); 25-26/dez (Natal)Moeda - EuroValor de troca - € 1 = R$2,60 = US$1,25Câmbio - Você encontra casas de câmbio nas estações e nos aeroportos, mas sempre é bom chegar com pelo menos alguns euros no bolso para evitar problemas com horários. A cotação em banco é boa, mas as taxas ou comissões podem ser elevadas. Já nas casas de câmbio, a cotação pode até ser mais baixa, mas geralmente não há comissão, o que pode ser mais interessante no final das contas.Gorjetas - A maioria dos restaurantes cobra o coperto, que é uma taxa de serviço que varia entre € 0,50 a € 3, de acordo com o valor da conta, é claro. Alguns garçons, ainda mais ao saberem que você é brasileiro, viram tão "amigos" que é quase impossível sair sem deixar um troco a mais.Telefone - Há telefones que funcionam com moeda ou com cartão, a maioria aceitando apenas este último. Alguns outros, especialmente em aeroportos, também aceitam cartões de crédito. Os cartões telefônicos não são por unidade, mas por valores, e podem ser comprados em bancas, tabacarias ou em máquinas nos escritórios da Telecom Italia. Já os telefones de moeda aceitam € 0,05, € 0,10 e € 0,25. Para ligar de outro país para a Itália, deve-se discar 39 e o código de área da cidade (sem cortar o zero) e o número desejado. Há também muitos postos telefônicos, onde você utiliza o aparelho e paga depois, podendo ser mais vantajoso do que comprar um cartão que você não vai utilizar até o fim. Mesmo em ligações de uma cidade para outra, deve-se manter o zero do código de área. Para ligar ao Brasil a cobrar, disque 800-172-211.
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Correio - Selos (francobolli) estão à venda em correios e tabacarias. O correio (poste) no país não tem fama de ser muito confiável -mas isso também pode ser apenas lenda envolvendo a típica (des)organização italiana.
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Internet - Vários, entre eles Grazia Internet Café, Piazza Duca d'Aosta, 14 (próximo à estação central); Fnac, Via Torino esquina Via della Palla, no 2º andar da megastore francesa.
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Fonte: UOL Turismo

Passeio por Buenos Aires deixa entrever paixão pelo futebol


Quando os "barras bravas" (torcedores fanáticos) do Boca Juniors, mais conhecidos como "La 12" (por se enxergarem como o jogador nº 12 do time) tiveram a ideia de organizar uma tour oficial --à qual deram o nome de "Pura Adrenalina"-- para torcidas estrangeiras ou de outras províncias argentinas, para levá-las a conhecer seus movimentos dentro de um estádio, eles foram originais, mas não inteiramente.

Há anos já são promovidos tours por Buenos Aires para que os participantes possam percorrer a cidade e respirar por cada um de seus poros a paixão profunda que desperta o futebol. Cerca de 40 estádios --muitos enormes, outros médios, mas quase todos sempre com capacidade para mais de 10 mil espectadores-- e times das primeiras três divisões das competições oficiais dão a medida do orgulho que significa jogar em casa, encerrando arquiteturas diversas e culturas completamente distintas.

Para começar o percurso, partindo --como quase sempre acontece com os visitantes-- do centro turístico da cidade (pela avenida Corrientes), convém dirigir-se para o sudeste, e dentro de mais ou menos 25 minutos, chegaremos ao bairro muito particular de La Boca, tipicamente napolitano e genovês, com casas multicoloridas, geralmente situadas a uma boa altura, tanto que para chegar a elas é preciso subir por escadas especiais. É a forma de proteger-se contra as possíveis cheias do rio Plata.

La Boca

La Boca é um lugar tão típico que algumas pessoas o chamam simplesmente de "A República de la Boca". Ela possui a particularidade rara de ter dado origem aos dois maiores clubes da Argentina, e os que possuem as maiores torcidas: Boca Juniors e River Plate. O River nasceu antes (em 1901), mas terminou mudando-se para uma área mais rica ao norte da cidade, Núñez, mas que ainda assim margeia o rio, a uns 45 minutos de viagem.

Mesmo assim, restou um dos grandes monumentos dos portenhos, a "Bombonera", também chamada de Estádio "Camilo Cichero", com capacidade para 60.245 espectadores. Muitos dizem que há poucas chances no mundo de ver um espetáculo comparável ao do estádio do Boca quando está cheio. Tanto assim que há quem diga que quando ele se move, não treme, mas "pulsa".

Perto da "Bombonera", mas um pouco mais dentro da cidade, a apenas 15 minutos de distância, encontraremos em outro bairro portenho tradicional, Parque de los Patrícios, um estádio formoso como o é, sem dúvida, o palácio Tomás A. Ducó (48.314 espectadores), pertencente ao Huracán, o lugar onde foram filmadas cenas do filme "O Segredo dos Seus Olhos", que acaba de receber o Oscar de melhor filme estrangeiro de 2010.

Os gigantes

Embora não sejam estritamente falando da cidade de Buenos Aires, não se pode deixar de mencionar o fenômeno do fato de dois estádios gigantes estarem separados por apenas uma rua (há turistas que se fazem fotografar tendo ao fundo os dois estádios em perfil).
Eles são nada mais, nada menos que Racing Club e Independiente, dois dos clubes que têm as maiores torcidas e que pertencem a Avellaneda, na Grande Buenos Aires, separada da capital argentina apenas por uma ponte e situada a escassos dez minutos do estádio do Boca, embora pertençam a outra jurisdição.

O Racing tem um estádio chamado "El Cilindro" devido a sua forma, que, com o tempo, foi reduzido dos 100 mil espectadores que abrigava no passado para os 64.161 de hoje, e cujo nome real é "Juan Domingo Perón", enquanto o Independiente reconstruiu seu velho estádio (o primeiro de cimento no país), para terminar de erguer no mesmo lugar outro chamado "Libertadores de América", com capacidade para 50 mil pessoas. Durante sua construção, finalizada em 2009, os torcedores do Racing colocaram um cartaz na entrada da cidade que dizia, em tom irônico, "Bem-vindos ao estádio único de Avellaneda".

Mais estádios

Seguindo adiante fora de Buenos Aires, mas sempre dentro de um raio de não mais de 50 quilômetros, e se possível seguindo sempre pela mesma avenida (Pavón) desde a ponte Avellaneda até a província de Buenos Aires, o turista ficará perplexo. No caminho ele poderá observar desde a janela do carro os estádios do Arsenal de Sarandí (24.800 espectadores), do Lanús (30.500), Los Andes (33.542), Témperley (18 mil), Bánfield (34.901), e mais longe, no caminho que leva à cidade de La Plata (capital da província de Buenos Aires), ainda poderá encontrar os do Quilmes (30.200 espectadores) e do Defensa y Justicia (8.000).

Essa zona delimitada pela ponte Avellaneda e até a rodovia a La Plata é densamente povoada, e sua população foi em grande medida (e continua sendo) formada por trabalhadores de fábricas. Isso, mais o fato de as linhas de trem terem sido construídas no início do século 20 para garantir a ligação com a capital federal, explica a fundação de um número enorme de clubes, muitos dos quais foram crescendo nos últimos 20 anos com a derrocada dos dois grandes, Racing e Independiente, que dominaram o futebol argentino nos anos 1960 e 1970 mas sofreram uma grande queda institucional.

Alguns desses clubes da avenida Pavón, como Arsenal, Lanús ou Bánfield, jogam na primeira divisão (o Banfield é o último campeão argentino), enquanto o Quilmes ou o Defensa y Justicia jogam no torneio Nacional B (segunda divisão), e o Témperley e o Los Andes na Primeira B (terceira). E ainda há mais estádios na área, como o dos Talleres de Remedios de Escalada ou o El Porvenir (Gerli), de divisões menores. Também o San Telmo, que joga na Primeira B mas chegou a jogar na categoria máxima, tem um pequeno estádio na zona perigosa da Isla Maciel (6.000 espectadores), embora sempre haja algun turista disposto a encarar uma aventura.

Para o lado de onde se mudou o River Plate, o norte da cidade, se encontra nada menos que o estádio que sediou a partida final do Mundial de 1978, o Monumental, cuja construção foi concluída nos anos 1950, quando um dos grandes astros, Enrique Omar Sívori, foi transferido para o Juventus da Itália.

O Monumental (74.650 espectadores) fica na elegante avenida Figueroa Alcorta, uma área de classe alta, próxima dos belos jardins de Palermo, em uma região de alto padrão na qual a poucas ruas de distância, indo em direção à avenida General Paz (de forma circular e que rodeia a capital e forma a divisa com a província de Buenos Aires), também aparece outros estádio menor, mas vizinho, o de Defensores de Belgrano (9.000 lugares). Já a caminho da província, mas ainda dentro da "Grande Buenos Aires", encontraremos estádios como o Platense (31 mil espectadores) Tigre (30 mil), Acassuso (5.000) e Colegiales (6.500).

Direção oeste

Na direção oeste podem ser encontrados outros templos do futebol, como o de Vélez Sársfield ou José Amalfitani (também sede do Mundial de 1978) (49.540 lugares), na divisa com a província de Buenos Aires, ou, mais perto do coração da cidade mas em um bairro perigoso, o Nuevo Gasómetro de San Lorenzo, construído nos anos 1990 (46.963), o de Nueva Chicago (28.500), o do Deportivo Morón (19 mil) e do Almirante Brown (27.610).
Quem quiser percorrer bairros muito portenhos, situados no próprio centro da cidade, pode aproximar-se do novo estádio Diego Maradona, do Argentinos Juniors (15 mil lugares), em La Paternal, ou do estádio do distinto bairro de carrossel de Ferrocarril Oeste (24.442), além do Atlanta, no bairro judeu de Villa Crespo (14 mil), do All Boys, no bairro de classe média de Floresta (16.500), ou o de Comunicaciones, situado no bairro residencial de Villa del Parque (3.500 lugares).

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