Moda, design e arte atraem turistas, profissionais e consumistas à italiana Milão


Milão (Milano, em italiano), segunda maior cidade da Itália, com 3,9 milhões de habitantes, não tem o charme da Toscana, o caos de Nápoles, a comilança de Emilia-Romanha ou os milênios de história de Roma. Caracteriza-se, sim, por ser um dos grandes centros internacionais da moda e do design. Muito do enfoque turístico da cidade reside nestas indústrias, que atraem profissionais, turistas e consumistas de plantão.
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Sedento pelas últimas tendências e pelas mais caras e famosas grifes, esse público concede a Milão aquele famoso ar de elegância e sofisticação que só mesmo o italiano tem. Ali o dinheiro circula. Mas não é só isso. Quem visita a cidade encontra ainda o célebre Teatro alla Scala --palco de grandes óperas, uma agitada vida noturna, ótimos restaurantes, prestigiados museus, relíquias históricas e artísticas e o Duomo, a catedral gótica mais antiga do país
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INFORMAÇÕES E SERVIÇOS
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Site do país - http://www.enit.it/
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Site de turismo da cidade - http://www.turismo.comune.milano.it/pls/milano/!turismo Consulado geral - Corso Europa 12, fone (02) 777.1071, consular@consbrasmilao.it, http://www.consbrasmilao.it/
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Idioma - Italiano (Italian, inglês)
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Fuso horário - 4 horas a mais em relação a Brasília
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DDI - 39
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Código da cidade - 02
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Telefone de emergência - 112 (Polícia)Informações turísticas - O principal APT fica na Via Marconi 1, no Palazzo di Turismo na Piazza del Duomo, à direita, olhando para a catedral. Aberto seg. a sex. das 8h30 às 18h, sáb., das 9h às 13h e das 14h às 18h; dom., até 17h. Com informações locais e regionais, encontra-se à venda o guia "Milan Is Milano". Há outro centro de informações na Stazione Centrale, aberto de seg. a sáb., das 9h às 18h, e dom., das 9h às 12h30 e das 13h30 às 17h. Este último faz reserva de hotéis e pensões gratuitamente.Feriados - 1º/jan (Ano-Novo); 6/jan (Dias de Reis); Páscoa; 25/abr (Dia da Libertação); 1º/mai (Dia do Trabalho); 15/ago (Assunção); 1º/nov (Dia de Todos os Santos); 8/dez (Imaculada Conceição); 25-26/dez (Natal)Moeda - EuroValor de troca - € 1 = R$2,60 = US$1,25Câmbio - Você encontra casas de câmbio nas estações e nos aeroportos, mas sempre é bom chegar com pelo menos alguns euros no bolso para evitar problemas com horários. A cotação em banco é boa, mas as taxas ou comissões podem ser elevadas. Já nas casas de câmbio, a cotação pode até ser mais baixa, mas geralmente não há comissão, o que pode ser mais interessante no final das contas.Gorjetas - A maioria dos restaurantes cobra o coperto, que é uma taxa de serviço que varia entre € 0,50 a € 3, de acordo com o valor da conta, é claro. Alguns garçons, ainda mais ao saberem que você é brasileiro, viram tão "amigos" que é quase impossível sair sem deixar um troco a mais.Telefone - Há telefones que funcionam com moeda ou com cartão, a maioria aceitando apenas este último. Alguns outros, especialmente em aeroportos, também aceitam cartões de crédito. Os cartões telefônicos não são por unidade, mas por valores, e podem ser comprados em bancas, tabacarias ou em máquinas nos escritórios da Telecom Italia. Já os telefones de moeda aceitam € 0,05, € 0,10 e € 0,25. Para ligar de outro país para a Itália, deve-se discar 39 e o código de área da cidade (sem cortar o zero) e o número desejado. Há também muitos postos telefônicos, onde você utiliza o aparelho e paga depois, podendo ser mais vantajoso do que comprar um cartão que você não vai utilizar até o fim. Mesmo em ligações de uma cidade para outra, deve-se manter o zero do código de área. Para ligar ao Brasil a cobrar, disque 800-172-211.
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Correio - Selos (francobolli) estão à venda em correios e tabacarias. O correio (poste) no país não tem fama de ser muito confiável -mas isso também pode ser apenas lenda envolvendo a típica (des)organização italiana.
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Internet - Vários, entre eles Grazia Internet Café, Piazza Duca d'Aosta, 14 (próximo à estação central); Fnac, Via Torino esquina Via della Palla, no 2º andar da megastore francesa.
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Fonte: UOL Turismo

Passeio por Buenos Aires deixa entrever paixão pelo futebol


Quando os "barras bravas" (torcedores fanáticos) do Boca Juniors, mais conhecidos como "La 12" (por se enxergarem como o jogador nº 12 do time) tiveram a ideia de organizar uma tour oficial --à qual deram o nome de "Pura Adrenalina"-- para torcidas estrangeiras ou de outras províncias argentinas, para levá-las a conhecer seus movimentos dentro de um estádio, eles foram originais, mas não inteiramente.

Há anos já são promovidos tours por Buenos Aires para que os participantes possam percorrer a cidade e respirar por cada um de seus poros a paixão profunda que desperta o futebol. Cerca de 40 estádios --muitos enormes, outros médios, mas quase todos sempre com capacidade para mais de 10 mil espectadores-- e times das primeiras três divisões das competições oficiais dão a medida do orgulho que significa jogar em casa, encerrando arquiteturas diversas e culturas completamente distintas.

Para começar o percurso, partindo --como quase sempre acontece com os visitantes-- do centro turístico da cidade (pela avenida Corrientes), convém dirigir-se para o sudeste, e dentro de mais ou menos 25 minutos, chegaremos ao bairro muito particular de La Boca, tipicamente napolitano e genovês, com casas multicoloridas, geralmente situadas a uma boa altura, tanto que para chegar a elas é preciso subir por escadas especiais. É a forma de proteger-se contra as possíveis cheias do rio Plata.

La Boca

La Boca é um lugar tão típico que algumas pessoas o chamam simplesmente de "A República de la Boca". Ela possui a particularidade rara de ter dado origem aos dois maiores clubes da Argentina, e os que possuem as maiores torcidas: Boca Juniors e River Plate. O River nasceu antes (em 1901), mas terminou mudando-se para uma área mais rica ao norte da cidade, Núñez, mas que ainda assim margeia o rio, a uns 45 minutos de viagem.

Mesmo assim, restou um dos grandes monumentos dos portenhos, a "Bombonera", também chamada de Estádio "Camilo Cichero", com capacidade para 60.245 espectadores. Muitos dizem que há poucas chances no mundo de ver um espetáculo comparável ao do estádio do Boca quando está cheio. Tanto assim que há quem diga que quando ele se move, não treme, mas "pulsa".

Perto da "Bombonera", mas um pouco mais dentro da cidade, a apenas 15 minutos de distância, encontraremos em outro bairro portenho tradicional, Parque de los Patrícios, um estádio formoso como o é, sem dúvida, o palácio Tomás A. Ducó (48.314 espectadores), pertencente ao Huracán, o lugar onde foram filmadas cenas do filme "O Segredo dos Seus Olhos", que acaba de receber o Oscar de melhor filme estrangeiro de 2010.

Os gigantes

Embora não sejam estritamente falando da cidade de Buenos Aires, não se pode deixar de mencionar o fenômeno do fato de dois estádios gigantes estarem separados por apenas uma rua (há turistas que se fazem fotografar tendo ao fundo os dois estádios em perfil).
Eles são nada mais, nada menos que Racing Club e Independiente, dois dos clubes que têm as maiores torcidas e que pertencem a Avellaneda, na Grande Buenos Aires, separada da capital argentina apenas por uma ponte e situada a escassos dez minutos do estádio do Boca, embora pertençam a outra jurisdição.

O Racing tem um estádio chamado "El Cilindro" devido a sua forma, que, com o tempo, foi reduzido dos 100 mil espectadores que abrigava no passado para os 64.161 de hoje, e cujo nome real é "Juan Domingo Perón", enquanto o Independiente reconstruiu seu velho estádio (o primeiro de cimento no país), para terminar de erguer no mesmo lugar outro chamado "Libertadores de América", com capacidade para 50 mil pessoas. Durante sua construção, finalizada em 2009, os torcedores do Racing colocaram um cartaz na entrada da cidade que dizia, em tom irônico, "Bem-vindos ao estádio único de Avellaneda".

Mais estádios

Seguindo adiante fora de Buenos Aires, mas sempre dentro de um raio de não mais de 50 quilômetros, e se possível seguindo sempre pela mesma avenida (Pavón) desde a ponte Avellaneda até a província de Buenos Aires, o turista ficará perplexo. No caminho ele poderá observar desde a janela do carro os estádios do Arsenal de Sarandí (24.800 espectadores), do Lanús (30.500), Los Andes (33.542), Témperley (18 mil), Bánfield (34.901), e mais longe, no caminho que leva à cidade de La Plata (capital da província de Buenos Aires), ainda poderá encontrar os do Quilmes (30.200 espectadores) e do Defensa y Justicia (8.000).

Essa zona delimitada pela ponte Avellaneda e até a rodovia a La Plata é densamente povoada, e sua população foi em grande medida (e continua sendo) formada por trabalhadores de fábricas. Isso, mais o fato de as linhas de trem terem sido construídas no início do século 20 para garantir a ligação com a capital federal, explica a fundação de um número enorme de clubes, muitos dos quais foram crescendo nos últimos 20 anos com a derrocada dos dois grandes, Racing e Independiente, que dominaram o futebol argentino nos anos 1960 e 1970 mas sofreram uma grande queda institucional.

Alguns desses clubes da avenida Pavón, como Arsenal, Lanús ou Bánfield, jogam na primeira divisão (o Banfield é o último campeão argentino), enquanto o Quilmes ou o Defensa y Justicia jogam no torneio Nacional B (segunda divisão), e o Témperley e o Los Andes na Primeira B (terceira). E ainda há mais estádios na área, como o dos Talleres de Remedios de Escalada ou o El Porvenir (Gerli), de divisões menores. Também o San Telmo, que joga na Primeira B mas chegou a jogar na categoria máxima, tem um pequeno estádio na zona perigosa da Isla Maciel (6.000 espectadores), embora sempre haja algun turista disposto a encarar uma aventura.

Para o lado de onde se mudou o River Plate, o norte da cidade, se encontra nada menos que o estádio que sediou a partida final do Mundial de 1978, o Monumental, cuja construção foi concluída nos anos 1950, quando um dos grandes astros, Enrique Omar Sívori, foi transferido para o Juventus da Itália.

O Monumental (74.650 espectadores) fica na elegante avenida Figueroa Alcorta, uma área de classe alta, próxima dos belos jardins de Palermo, em uma região de alto padrão na qual a poucas ruas de distância, indo em direção à avenida General Paz (de forma circular e que rodeia a capital e forma a divisa com a província de Buenos Aires), também aparece outros estádio menor, mas vizinho, o de Defensores de Belgrano (9.000 lugares). Já a caminho da província, mas ainda dentro da "Grande Buenos Aires", encontraremos estádios como o Platense (31 mil espectadores) Tigre (30 mil), Acassuso (5.000) e Colegiales (6.500).

Direção oeste

Na direção oeste podem ser encontrados outros templos do futebol, como o de Vélez Sársfield ou José Amalfitani (também sede do Mundial de 1978) (49.540 lugares), na divisa com a província de Buenos Aires, ou, mais perto do coração da cidade mas em um bairro perigoso, o Nuevo Gasómetro de San Lorenzo, construído nos anos 1990 (46.963), o de Nueva Chicago (28.500), o do Deportivo Morón (19 mil) e do Almirante Brown (27.610).
Quem quiser percorrer bairros muito portenhos, situados no próprio centro da cidade, pode aproximar-se do novo estádio Diego Maradona, do Argentinos Juniors (15 mil lugares), em La Paternal, ou do estádio do distinto bairro de carrossel de Ferrocarril Oeste (24.442), além do Atlanta, no bairro judeu de Villa Crespo (14 mil), do All Boys, no bairro de classe média de Floresta (16.500), ou o de Comunicaciones, situado no bairro residencial de Villa del Parque (3.500 lugares).

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Uma joia colonial banhada pelo sol e mar caribenhos

De Antonio Banderas a Michael Jackson, diversas celebridades já experimentaram as delícias da República Dominicana. O que demonstra a importância e o potencial deste pequeno e maravilhoso país caribenhoQuem acha que os atrativos do Caribe se resumem à beleza das praias de areia fina e do mar azul turquesa, ainda não conhece a República Dominicana.

Verdadeira jóia arquitetônica colonial, sua capital, Santo Domingo, é Patrimônio da Humanidade, declarado pela UNESCO por seus monumentos históricos. Segundo maior país do Caribe, depois de Cuba, a República Dominicana situa-se na ilha Hispaniola, que a divide com o Haiti.

Além de sua importância histórica, a República Dominicana tem tudo aquilo que se espera de uma ilha tropical do Caribe. Muita animação e festa, no embalo do merengue, o ritmo nacional; um rum que se compara ao cubano, assim como seus charutos. E as praias, tão belas que um elenco de famosos - como Antonio Banderas, Julio Iglesias e Michael Jackson - veio construir suas casas de veraneio nelas

TURISMO DE AVENTURA E BELEZAS NATURAIS

A República Dominicana possui quase oito milhões de habitantes atraiu em 2000 nada menos que 3,5 milhões de turistas, em sua maioria europeus e canadenses. Eles vêm pelo clima, com temperaturas que oscilam entre 22 e 32 graus e sol brilhando o ano todo; pela natureza de praias, rios, cascatas e montanhas (no centro da ilha, o pico Duarte, de mais de 3.175 metros, é o mais alto das Antilhas).

O turismo de aventura atrai aficionados de rafting, canyoing e montanhismo. Nas águas dominicanas, antigos galeões naufragados e uma belíssima barreira de coral atraem mergulhadores. Mas para quem prefere vida mansa, a orla é pontuada por resorts de luxo. Na costa sul, as praias de Boca Chica, Juan Dolio e La Romana; na do leste, Bávaro e Punta Cana; no norte, Samaná; na costa noroeste, Puerto Plata, na sudoeste, Baraona......as opções são muitas. E para chegar nelas bastas cruzar o país pelas estradas que cortam a ilha.

SANTO DOMINGO, O PORTO SEGURO DE COLOMBO

Santo Domingo é a capital mais antiga do Novo Mundo e tem personalidade, tradição -- diferente de suas vizinhas caribenhas que mais parecem free-shops em cidades cenográficas. Aqui está enterrado Cristóvão Colombo, que deixou em testamento seu desejo de repousar eternamente na ilha Hispaniola.

Seus restos mortais foram trazidos da Espanha pela nora, Dona Maria de Toledo, junto com os do marido Don Diego de Colón, o primeiro governador de Hispaniola.Um passeio pelos doze quarteirões do centro histórico da cidade é uma volta no tempo. As construções do século XVI nos transportam ao início da colonização espanhola no Novo Mundo. Uma fortaleza militar, nas margens do rio Ozama, é o marco que separa o mundo antigo do novo. Foi nesta fortaleza que, em 1509, Don Diego de Colón, o filho do descobridor, fez sua entrada triunfal como governador de Hispaniola.

A pouca distância do local está o Alcazar, o Palácio de Colombo, residência de don Diego construída em 1510, hoje um museu com a reconstituição do mobiliário da época. Uma caminhada pela rua das Damas, onde a esposa de Don Diego, Dona Maria de Toledo passeava com suas damas de honra, leva à catedral de Santa Maria de la Encarnación, a mais antiga de toda América, que começou a ser erguida, em 1514, e foi finalizada em 1540.

As ruínas do mosteiro de São Francisco, construído em 1512 e destruído pela esquadra do corsário sir Francis Drake em 1586 (um terremoto em 1673, finalizou a destruição) são impressionantes. Do outro lado do rio Samoza, fora da cidade colonial, o Faro a Colón, um museu em forma de pirâmide, guarda a tumba de Cristóvão Colombo.

JUAN DOLIO E LA ROMANA: DIVERSÃO E LUXO

Os quase 300 quilômetros de praia da ilha levam à seguinte questão. Qual delas escolher? Não é fácil. Santo Domingo fica no sul e a cerca de 45 minutos de distância se encontra o complexo hoteleiro de Juan Dolio, uma boa opção de hospedagem, pois permite visitar os tesouros históricos da capital e aproveitar as delícias de um resort à beira-mar.

Depois de alguns dias de descanso e lazer em Juan Dolio - os hotéis têm atrações como esportes náuticos, teatro, discotecas - a sugestão é continuar a boa vida em outro endereço, como a praia de Bávaro ou a de Punta Cana, no leste da ilha, a 170 quilômetros. É possível ir por mar ou de avião, mas vale a viagem por terra, um passeio de três horas conhecendo lugares interessantes. Na rota, a província de La Romana com seu resort Casa de Campo, um dos dez mais luxuoso do mundo. Em seu aeroporto chegam vôos comercias vindos de Miami e San Juan, assim como jatinhos particulares dos ricos e famosos. Neste ponto da viagem, ao cruzar um certo rio Chavón, a paisagem parece familiar.

Não é coincidência, o rio foi cenário de alguns filmes famosos, como Apocalipse Now, Jurassic Park, Rambo 2. Mas a principal atração da região é Altos de Chávon, uma cidade de pedra, recriação de uma vila italiana do século 16, ocupada por artistas, que expõem seus trabalhos nos ateliês.

PUNTA CANA, A FAVORITA DOS TURISTAS

Mais uma hora e pouco de viagem e se chega ao paraíso: 32 quilômetros de praia de areia branquíssima e fina ornada por coqueiros. É a região de Macao, Bávaro e Punta Cana, a favorita dos turistas. Para recebê-los há nada menos que 15 complexos turísticos. Cerca de 70 vôos, regulares e fretados, pousam toda semana no aeroporto internacional de Punta Cana.

Os hotéis ocupam e mimam seus hóspedes 24 horas por dia, nas praias, piscinas, discotecas, bares e restaurantes - um deles, o luxuoso Bávaro Palace, possui 14 restaurantes! Quase todos estes resorts funcionam no sistema tudo incluído, em que se come e se bebe sem limites. Para sorte dos hóspedes há muitas atividades e esportes, que compensar o ganho de calorias - aulas de tênis, de merengue, mergulho, windsurf, caiaque e balada na discoteca.

Dos hotéis saem passeios por terra - trilhas até cachoeiras e cavernas - e por mar em lanchas rápidas ou catamarãs. Um dos mais bonitos vai até a ilha de Saona, na área do Parque Nacional do Leste, com direito a paradas em piscinas naturais, sempre animados por muito merengue e muito rum. Com tudo isto, depois de conhecer a República Dominicana, é impossível se dizer que foi apenas "mais uma praia do Caribe".

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Praia dos Carneiros, Pernambuco

Parece Bora Bora. Ou Phi Phi, na Tailândia. Não, na verdade, a Praia dos Carneiros, a 90 quilômetros de Recife, não parece com lugar algum: é única. Alem de linda, lá se fala "pernambuquês" e tem queijo de coalho e tapioca no café da manhã; dá para pescar lagostins em penca; e pega-se coco do pé. E o caju? Bem, o caju, se der bobeira, cai na cabeça da gente. É pegar e comer.

O mar de Carneiros é imenso, manso, de água morninha e arrecifes que nos levam, na maré baixa, até alto-mar... De lá longe se avista um verdadeiro mar de coqueiros. Lindo. De tardinha tem chuvarada e ninguém escapa dela. Mas não chega a estragar a festa. A praia e a vegetação parecem que ficam mais bonitas ainda. Quando a chuva bate, as folhas do coqueiros ficam cristalizadas. E quando o vento sopra, parece um canto. Uma curtição.

O Pontal dos Carneiros é o hotel mais bacana de lá. São bangalôs lindinhos (confiram na foto aqui embaixo), com décor que é uma graça e bem equipado ( DVD, som, microondas, ar-condicionado, flûtes.) Vc pode ignorar solemente a existente de qualquer um deles. ou, ao contrário, fazer ótimo uso de cada um. Mas é bom saber que estão ali, ao nosso alcance.

O café é servido no quarto, de mansinho. Quando você acorda, bingo, lá está a mesinha posta na varanda. Perfeito.

nosso bangalô: café da manhã na mesa, sem a gente pedir ou perceber. Os quartos ficam no andar de cima e o visual, vc imagina, né´? um marzão sem fim...

Mas lindo mesmo é a localização dos chalés. Ficamos no meio a dez mil pés de coqueiros e de frente para uma praia de seis quilômetros de extensão, de água morna e cristalina (dá para ver os pés, as conchas, os peixes...) e areia branca, perfeita para uma caminhada. A propósito: o bar do hotel, que funciona na praia e é aberto a todos, chama-se Bora Bora. De tardinha é lei: todo mundo se encontra no alto de Carneiros. É a vez de o pôr-do-sol brilhar. Não dá para perder. Nem para esquecer.

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Maior ilha marítima do Brasil

Ilhabela é famosa pela prática de esportes náuticos, em especial a vela – os ventos constantes que sopram no Canal de São Sebastião tornam as praias da costa Norte perfeitas para a atividade. O charme também é característica marcante da região, reunindo aconchegantes pousadas, restaurantes, lojas de artesanato e cafés nas ruas no entorno da Vila, como é chamado o badalado centrinho, ponto de encontro de todas as tribos depois da praia.

Os ares paradisíacos da ilha ficam por conta dos cenários emoldurados por mar azul, montanhas cobertas com vegetação nativa de Mata Atlântica, cachoeiras - são mais de 300 – e praias de areias douradas e águas cristalinas como as badaladas do Curral e de Perequê.

Os atrativos de Ilhabela, entretanto, vão além da natureza: concorridos eventos atraem profissionais e turistas que chegam no inverno para curtir a Semana Internacional da Vela, a maior do gênero realizada na América Latina e que acontece em julho; e o Festival do Camarão, com intensa programação gastronômica e cultural, em agosto.

Glamourosa, Ilhabela começa a apresentar, aos pouquinhos, uma outra faceta bastante diferente da sofisticação da Vila, porém, não menos fascinante. Na costa voltada para o mar aberto, freqüentada pelos surfistas, mergulhadores e aventureiros, ficam as praias mais selvagens da ilha, com acessos nada fáceis – e por isso, garantia de paisagens praticamente intocadas.

Na praia do Bonete, uma vila de pescadores sem luz elétrica ou sinal de celular, chega-se depois de quatro horas de caminhada. Já para aportar na Baía de Castelhanos é preciso enfrentar os 22 quilômetros de uma estrada de terra ruim, chacoalhando dentro de veículos com tração nas quatro rodas. No caminho, porém, surgem cachoeiras de até 70 metros de queda com tobogãs e poços cristalinos capazes de fazer esquecer qualquer perrengue.

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Sede da Copa do Mundo de 2010, Cidade do Cabo tem o exotismo africano e muito mais


A Cidade do Cabo encanta não só os apaixonados, como é conhecida há anos, mas todos aqueles que amam as coisas boas da vida. A primeira impressão que se tem ao ouvir falar de uma cidade africana é de um destino cheio de exotismo, vida selvagem e natureza, certo? Pois isso é só o começo do que você poderá desfrutar ao visitar a Cidade do Cabo, segunda maior cidade da África do Sul, um dos dez mais procurados destinos turísticos do mundo. Descoberta em 1488 pelo português Bartolomeu Dias, que explorava os mares em direção às Índias, a região logo foi tomada pelos holandeses e ingleses, presentes na região até hoje.

A surpresa começa pela disposição geográfica única, a cidade rodeia o pé de uma montanha, a Montanha da Mesa (do inglês Table Mountain), que leva este nome por apresentar justamente o formato de uma mesa, seguida de uma formação rochosa com 12 picos, que foi denominada pelos locais como "os 12 apóstolos". Não espere encontrar uma cidade muito grande, na verdade a região metropolitana da Cidade do Cabo, mesmo sendo considerada a segunda maior população da África do Sul, limita-se pelo contorno da Montanha da Mesa com o oceano Índico ao fundo de um lado e o oceano Atlântico do outro, fazendo que seu crescimento seja bastante controlado. Nos seus arredores, há o Cabo da Boa Esperança, o ponto mais distante do continente africano em direção à Antártida.
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O estilo da cidade é colonial e traz charme para seus edifícios e prédios públicos (o poder Legislativo da África do Sul tem a Cidade do Cabo como sede), bem como museus de diversas comunidades, como os judeus e os muçulmanos. O passado contrasta com a modernidade e as grandes highways da cidade, bem como o complexo beira-mar de shoppings, hotéis, restaurantes e outros passeios, chamado de V&A Water Front, logo trarão a imagem de uma cidade contemporânea e cosmopolita, o que traz conforto e praticidade para quem a visita.

Ainda no ritmo de modernidade, a cidade oferece empreendimentos como o Canal Walk, espécie de shopping center gigantesco em meio a canais fluviais que são interligados a condomínios residenciais, comerciais, áreas de lazer e shopping centers com praças de alimentação e outras opções de entretenimento, modelo que esta se tornando muito comum em toda África do Sul.
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Localizada na província de Western Cape, a Cidade do Cabo também é conhecida pela liberdade de expressão proveniente de um país em constante transformação. Reduto de artistas de todo o continente africano, a sociedade local abre espaço para o público GLS (o casamento entre pessoas do mesmo sexo é permitido na África do Sul) e recebe centenas de turistas que realizam seus casamentos na atmosfera amigável e romântica da cidade.
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Você poderá surpreender-se com a infra-estrutura e a organização logo ao chegar à África do Sul. Sede da Copa do Mundo de 2010, o país enfrenta um acelerado processo de modernização de infra-estrutura pública e hoteleira, que prevê novos aeroportos, estradas e áreas de lazer. Você terá a impressão de estar visitando um país desenvolvido da Europa ou América do Norte. Porém, lembre-se que você está em um país em desenvolvimento, que possui favelas e áreas com risco de crime, todas elas localizadas em regiões marginais à cidade, bem longe do convívio urbano.

O clima da Cidade do Cabo, no entanto, não é exatamente o que brasileiros estão acostumados para uma cidade praiana. Sua localização geográfica está exatamente no meio da corrente de ar que vem da Antártida, ou seja, mesmo com dias ensolarados e bonitos, os ventos (muito comuns na primavera) e as brisas fazem a temperatura girar entre 4 e 12 graus no inverno e 15 e 29 graus no verão. Note que esta mesma corrente traz uma área de instabilidade que cobre geralmente o topo da Montanha da Mesa, principalmente no outono e no inverno. Muita gente visita a cidade e vai embora sem ver a montanha, o principal cartão-postal da cidade. Portanto é bom você checar o clima antes de decidir seu passeio, para evitar frustrações, consulte sempre a previsão no Weatheronline (21 424-8181).
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Stellenbosch

É considerada um dos principais destinos turísticos nas redondezas da Cidade do Cabo por concentrar o maior número de vinícolas do país. Conhecida como a "rota do vinho", a cidade e toda sua região oferecem cinco sub-rotas com mais de 200 produtores de vinho que são visitadas por turistas de todo mundo, há mais de 30 anos. Mas não se preocupe com tanta fartura, o departamento turístico local oferece mapas com todas as informações sobre cada vinícola e o caminho de todas as rotas para que você possa desfrutar daquela que escolher.

Algumas dicas e boa viagem:

- Alugue um carro, você ficará livre para decidir seus passeios e é muito barato (veja em Como chegar e circular).- Coma frutos do mar na Cidade do Cabo, pois além de baratos estão entre os melhores do mundo, aproveite um almoço em Camps Bay para fazer isso e peça vinho branco sul-africano para acompanhar (veja em Gastronomia).- Almoce no Groot Constancia, a mais antiga vinícola da África do Sul (veja em Vinícolas).- Para os amantes de boa música, vá jantar no Green Dolphin Restaurant, em V&A Waterfront, para fazer uma imersão no jazz sul-africano bacana.

INFORMAÇÕES E SERVIÇO

Site do país - http://www.gov.za/

Site de turismo do país - http://www.southafrica.net/


Site de turismo da cidade - www.tourismcapetown.co.za/

DDI - 27 (África do Sul)

Código de acesso da Cidade do Cabo - 21

Informações turísticas - Centro de informação ao Turista em Cape Town, Pinnacle Building, esquina com as ruas Burger e Castle. Tel: 27 (021) 487-6800, http://www.tourismcapetown.co.za/.

Idioma - A África do Sul possui mais de onze idiomas oficiais, porém os mais utilizados na Cidade do Cabo são o africanês (dialeto próximo ao holandês) e o inglês.

Fuso horário - 5 horas a mais em relação a Brasília. A África do Sul não possui horário de verão.

Moeda - Rand da África do Sul, representados pela letra "R". Acesse economia.uol.com.br/cotacoes/ para acompanhar a cotação.

Energia elétrica - 220V - Você deverá ter um plug especial para se conectar às tomadas do país.

Telefones úteis - 10111 (polícia)

Visto e imigração - Para entrar na África do Sul não é necessário ter visto de turismo. Porém, para que possa passar pela imigração sul-africana, seu passaporte deverá possuir 30 dias de validade e uma página em branco na seção de vistos.

Fonte: UOL Viagem
Maior ilha oceânica do Brasil, Ilhabela é famosa pela prática de esportes náuticos, em especial a vela – os ventos constantes que sopram no Canal de São Sebastião tornam as praias da costa Norte perfeitas para a atividade. O charme também é característica marcante da região, reunindo aconchegantes pousadas, restaurantes, lojas de artesanato e cafés nas ruas no entorno da Vila, como é chamado o badalado centrinho, ponto de encontro de todas as tribos depois da praia.

s ares paradisíacos da ilha ficam por conta dos cenários emoldurados por mar azul, montanhas cobertas com vegetação nativa de Mata Atlântica, cachoeiras - são mais de 300 – e praias de areias douradas e águas cristalinas como as badaladas do Curral e de Perequê.

Os atrativos de Ilhabela, entretanto, vão além da natureza: concorridos eventos atraem profissionais e turistas que chegam no inverno para curtir a Semana Internacional da Vela, a maior do gênero realizada na América Latina e que acontece em julho; e o Festival do Camarão, com intensa programação gastronômica e cultural, em agosto.

Glamourosa, Ilhabela começa a apresentar, aos pouquinhos, uma outra faceta bastante diferente da sofisticação da Vila, porém, não menos fascinante. Na costa voltada para o mar aberto, freqüentada pelos surfistas, mergulhadores e aventureiros, ficam as praias mais selvagens da ilha, com acessos nada fáceis – e por isso, garantia de paisagens praticamente intocadas. Na praia do Bonete, uma vila de pescadores sem luz elétrica ou sinal de celular, chega-se depois de quatro horas de caminhada. Já para aportar na Baía de Castelhanos é preciso enfrentar os 22 quilômetros de uma estrada de terra ruim, chacoalhando dentro de veículos com tração nas quatro rodas. No caminho, porém, surgem cachoeiras de até 70 metros de queda com tobogãs e poços cristalinos capazes de fazer esquecer qualquer perrengue.

Fonte: Portal Terra Turismo