Percurso pela estrada chilena Carretera Austral revela reservas de vida e de aventura
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A diversidade geográfica do continente americano é responsável pela criação de estradas que chegam a ganhar mais fama como produto turístico do que as próprias atrações a que dão acesso. Nos EUA, a lendária Route 66; na Argentina, a Ruta 40 conta com 5.000 km entre La Quiaca, na fronteira com a Bolívia, e Rio Gallegos, na boca da Terra do Fogo; enquanto no Brasil, aventureiros seguem viagem por rodovias como a Transpantaneira e Transamazônica.
No extremo sul do Chile não foi diferente. A Carretera Austral, uma via de 1.240 km que une a Região dos Lagos ao mais longínquo da Patagônia chilena, é um dos maiores orgulhos nacionais da engenheira e sonho de consumo de viajantes, sejam esportistas, mochileiros ou grupos da Terceira Idade.
Até a metade da década de 70, a região de Aysén, onde se localiza a famosa estrada, esteve isolada do resto do país e guardava para si um cenário inóspito de clima rigoroso formado por fiordes e canais, reservas naturais e imensos bosques nativos que dividiam espaço com glaciais.
Hoje, a paisagem mudou pouco, mas a aventura começa a ganhar investimentos que já permitem percorrer o trajeto com uma estrutura mínima de opções de hospedagem e de agências locais para os atrativos mais distantes. Por conta dos eventos que estão sendo preparados para o bicentenário da independência chilena, comemorado em 2010, a estrada está sendo asfaltada em regiões como Puyuhuapi e se somará a outros trechos da estrada que, em alguns setores, é orgulho nacional devido às construções arrojadas que interagem com a dura natureza local.
Mas em se tratando de Carretera Austral, "mínimo" já é o máximo e não espere mais do que isso. Alguns trechos da estrada ainda têm condições precárias de circulação, os horários de ônibus são reduzidos e muitas das atrações relacionadas com o "produto" só podem ser visitados de carro ou acompanhado de guias locais. Mas como tudo o que é mais difícil é melhor, você logo perceberá que valerá a pena o esforço após cada quilômetro rodado.
Aysén está no norte da Patagônia chilena e caracteriza-se pelo contraste de paisagens agrestes que ora são invadidas por bosques localizados em áreas preservadas ora substituídas por imensos glaciais e canais patagônicos.
Não é à toa que a região é considerada Reserva de Vida. De vida aventureira, inclusive.
Fonte: Uol Viagem
Conheça as cores, sons e outras alucinações da Amazônia peruana
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Quem desembarca em Pucallpa, uma das principais portas de entrada para a selva do Peru, tem a impressão de que desceu no lugar errado. O trânsito alucinado de mototáxis e o mercado informal nas ruas em nada lembram o principal atrativo da região: a Amazônia peruana.
Por sorte, essa é apenas a porta de entrada. O que vem pela frente, em um dos territórios mais verdes do planeta, é puro deleite para os olhos, os ouvidos e a alma. Essa é Ucayali, uma região com mais de 100 mil km² de pura Amazônia que fica encostada ao Acre, no vizinho Brasil.

Pôr-do-sol na Lagoa Yarinacocha, considerada o centro de uma rede hidrográfica que a conecta com rios importantes da região amazônica peruana
A bela sequência de imagens começa em Yarinacocha, cidade às margens da lagoa de mesmo nome que segue alheia à desordem da vizinha Pucallpa. É nessa lagoa com 20 km de extensão, considerada o centro de uma rede hidrográfica que a conecta com rios importantes da região, que suas águas calmas ditam o ritmo dos próximos dias na selva.
O balanço da canoa de madeira, aparentemente frágil, chega a causar uma certa ansiedade nos forasteiros de primeira viagem pela região. Mas Dario, um jovem de origem shipibo de Nuevo Chicago, adverte: "Essa não vira nunca, é só ter concentração". Tentar concentrar-se sobre aquele pequeno meio de transporte é realmente um exercício complexo, mas a alma logo se aquieta quando a canoa entra pelos canais, lagoas e pequenas ilhas da região. Alucinante.
Se os olhos se enchem de lágrimas só de ver a paisagem natural que se abre a frente, o que dizer dos sons que vem da selva? Melhor não dizer nada mesmo. Apenas ouça-os.
O sol ainda nem pensa em dar as caras em Santa Clara, e as aves já começam a organizar a sinfonia amazônica que vai orientar a trilha sonora do resto do dia. Ao longe, ouvem-se os motores dos primeiros barcos que singram as águas do Yarinacocha com moradores das comunidades isoladas da Amazônia.
Santa Clara é uma comunidade indígena do grupo shipibo conibo que vive às margens do rio Ucayali, um afluente do rio Amazonas, e se mantém com os poucos recursos obtidos da pesca, da agricultura e das belas cerâmicas feitas por cuidadosas mãos femininas. Utimamente, os habitantes também acrescentaram o turismo vivencial às opções de renda.
Os visitantes passam o dia entre os índios, conhecem seu trabalho artesanal e suas casas simples sem móveis, e provam iguarias locais. E se vão.
Mas a selva continua ali e, quando o sol começa a pintar os telhados das cabanas com tons de laranja mais escuro, os sons são substituídos pela música da noite. Agora é a vez do turno noturno de animais que assumem o comando da melodia seguinte. Vale até a participação especial de um macaco-aranha incomodado com algum som fora de tom.
Ritual xamânico
Só quem passa a noite em Santa Clara, comunidade com pouco mais de 260 habitantes e que ainda vive sem energia elétrica, é capaz de entender a composição completa de notas e imagens que formam a Amazônia peruana. Quando todos os sons já parecem ter sido experimentados, um canto prolongado irrompe a noite: são os ícaros entoados pelo xamã da comunidade.
Essa é mais uma noite de trabalho xamânico com o poderoso alucinógeno Ayahuasca. A tenda de palha, camuflada entre as árvores da selva, já está protegida pela tela branca que, segundo aqueles curandeiros naturais, evitam a fuga das energias positivas captadas durante a cerimônia.
No chão, cachimbo, cigarros e folha de manjericão. Uma luz branca abre o caminho, é a lanterna utilizada pelo xamã a fim de iluminar o local escuro para que os poucos participantes possam encontrar os colchões espalhados pela tenda.
O condutor dá algumas explicações sobre o alucinógeno indígena antes de tragar a primeira dose da bebida escura que desce, amarga, pela garganta para, logo, compartilhar os efeitos que devem começam a surgir nos próximos 30 minutos. Em seguida, um canto forte é entoado em língua shipibo. A floresta parece se excitar e o que vem dali para frente são imagens que nem a natureza selvagem da Amazônia ainda conseguiu materializar.
Segundo David Vásquez, curandeiro da região, a bebida é um aliado utilizado para abrir a porta de visão que facilita os trabalhos do xamã que, em contato com os espíritos, assume poderes sobrenaturais capazes de curar os problemas da alma e do corpo. "Uma vez conectado, somos capazes de visualizar o que a energia das plantas tem para nos dizer", explica Vásquez, que também atua como diretor geral da comunidade Nuevo Chicago.

A cultura shipibo conibo se caracteriza pela variedade de cores e desenhos geométricos das vestimentas
Em Santa Clara, esse remédio natural é preparado de forma pura, misturado com uma planta local chamada chacuruna. Dos 54 litros de água utilizada para sua elaboração, saem apenas dois litros do produto concentrado, o que garante efeitos alucinógenos que chegam a durar até o dia seguinte ao ritual.
"Sinto-me feliz em ver as pessoas depositando sua confiança em nosso trabalho. O que fazemos nada mais é do que compartilhar e demonstrar o conhecimento obtido das plantas através desses rituais", comenta David. Ele compartilha seus conhecimentos medicinais, a Amazônia empresta seu visual e o visitante tem uma das viagens mais alucinantes pelo continente sul americano. Literalmente.
Pucallpa está a 781 km de Lima, capital do Peru. A viagem por terra dura, aproximadamente, 20 horas ou, de avião, 60 minutos.
Informações turísticas em Pucallpa
Dircetur (Dirección Regional de Comercio Exterior y Turismo)
Rua 2 de Mayo, 111.
Tel: (51) (61) 571-303.
De seg. a sex. das 8h às 17h.
www.regionucayali.gob.pe/dircetur
Comunidade Shipibo Conibo de Nuevo Chicago
Os programas turísticos da comunidade incluem hospedagem em cabanas indígenas, pensão completa e rituais xamânicos com Ayahuasca.
Tel: (51) (61) 9619-70483 / dabase68@hotmail.com
Fonte: Uol Viagem
Por sorte, essa é apenas a porta de entrada. O que vem pela frente, em um dos territórios mais verdes do planeta, é puro deleite para os olhos, os ouvidos e a alma. Essa é Ucayali, uma região com mais de 100 mil km² de pura Amazônia que fica encostada ao Acre, no vizinho Brasil.

Pôr-do-sol na Lagoa Yarinacocha, considerada o centro de uma rede hidrográfica que a conecta com rios importantes da região amazônica peruana
A bela sequência de imagens começa em Yarinacocha, cidade às margens da lagoa de mesmo nome que segue alheia à desordem da vizinha Pucallpa. É nessa lagoa com 20 km de extensão, considerada o centro de uma rede hidrográfica que a conecta com rios importantes da região, que suas águas calmas ditam o ritmo dos próximos dias na selva.
O balanço da canoa de madeira, aparentemente frágil, chega a causar uma certa ansiedade nos forasteiros de primeira viagem pela região. Mas Dario, um jovem de origem shipibo de Nuevo Chicago, adverte: "Essa não vira nunca, é só ter concentração". Tentar concentrar-se sobre aquele pequeno meio de transporte é realmente um exercício complexo, mas a alma logo se aquieta quando a canoa entra pelos canais, lagoas e pequenas ilhas da região. Alucinante.
Se os olhos se enchem de lágrimas só de ver a paisagem natural que se abre a frente, o que dizer dos sons que vem da selva? Melhor não dizer nada mesmo. Apenas ouça-os.
O sol ainda nem pensa em dar as caras em Santa Clara, e as aves já começam a organizar a sinfonia amazônica que vai orientar a trilha sonora do resto do dia. Ao longe, ouvem-se os motores dos primeiros barcos que singram as águas do Yarinacocha com moradores das comunidades isoladas da Amazônia.
Santa Clara é uma comunidade indígena do grupo shipibo conibo que vive às margens do rio Ucayali, um afluente do rio Amazonas, e se mantém com os poucos recursos obtidos da pesca, da agricultura e das belas cerâmicas feitas por cuidadosas mãos femininas. Utimamente, os habitantes também acrescentaram o turismo vivencial às opções de renda.
Os visitantes passam o dia entre os índios, conhecem seu trabalho artesanal e suas casas simples sem móveis, e provam iguarias locais. E se vão.
Mas a selva continua ali e, quando o sol começa a pintar os telhados das cabanas com tons de laranja mais escuro, os sons são substituídos pela música da noite. Agora é a vez do turno noturno de animais que assumem o comando da melodia seguinte. Vale até a participação especial de um macaco-aranha incomodado com algum som fora de tom.
Ritual xamânico
Só quem passa a noite em Santa Clara, comunidade com pouco mais de 260 habitantes e que ainda vive sem energia elétrica, é capaz de entender a composição completa de notas e imagens que formam a Amazônia peruana. Quando todos os sons já parecem ter sido experimentados, um canto prolongado irrompe a noite: são os ícaros entoados pelo xamã da comunidade.
Essa é mais uma noite de trabalho xamânico com o poderoso alucinógeno Ayahuasca. A tenda de palha, camuflada entre as árvores da selva, já está protegida pela tela branca que, segundo aqueles curandeiros naturais, evitam a fuga das energias positivas captadas durante a cerimônia.
No chão, cachimbo, cigarros e folha de manjericão. Uma luz branca abre o caminho, é a lanterna utilizada pelo xamã a fim de iluminar o local escuro para que os poucos participantes possam encontrar os colchões espalhados pela tenda.
O condutor dá algumas explicações sobre o alucinógeno indígena antes de tragar a primeira dose da bebida escura que desce, amarga, pela garganta para, logo, compartilhar os efeitos que devem começam a surgir nos próximos 30 minutos. Em seguida, um canto forte é entoado em língua shipibo. A floresta parece se excitar e o que vem dali para frente são imagens que nem a natureza selvagem da Amazônia ainda conseguiu materializar.
Segundo David Vásquez, curandeiro da região, a bebida é um aliado utilizado para abrir a porta de visão que facilita os trabalhos do xamã que, em contato com os espíritos, assume poderes sobrenaturais capazes de curar os problemas da alma e do corpo. "Uma vez conectado, somos capazes de visualizar o que a energia das plantas tem para nos dizer", explica Vásquez, que também atua como diretor geral da comunidade Nuevo Chicago.

A cultura shipibo conibo se caracteriza pela variedade de cores e desenhos geométricos das vestimentas
Em Santa Clara, esse remédio natural é preparado de forma pura, misturado com uma planta local chamada chacuruna. Dos 54 litros de água utilizada para sua elaboração, saem apenas dois litros do produto concentrado, o que garante efeitos alucinógenos que chegam a durar até o dia seguinte ao ritual.
"Sinto-me feliz em ver as pessoas depositando sua confiança em nosso trabalho. O que fazemos nada mais é do que compartilhar e demonstrar o conhecimento obtido das plantas através desses rituais", comenta David. Ele compartilha seus conhecimentos medicinais, a Amazônia empresta seu visual e o visitante tem uma das viagens mais alucinantes pelo continente sul americano. Literalmente.
Como chegar
Pucallpa está a 781 km de Lima, capital do Peru. A viagem por terra dura, aproximadamente, 20 horas ou, de avião, 60 minutos.
Informações turísticas em Pucallpa
Dircetur (Dirección Regional de Comercio Exterior y Turismo)
Rua 2 de Mayo, 111.
Tel: (51) (61) 571-303.
De seg. a sex. das 8h às 17h.
www.regionucayali.gob.pe/dircetur
Comunidade Shipibo Conibo de Nuevo Chicago
Os programas turísticos da comunidade incluem hospedagem em cabanas indígenas, pensão completa e rituais xamânicos com Ayahuasca.
Tel: (51) (61) 9619-70483 / dabase68@hotmail.com
Fonte: Uol Viagem
Taxas 09/12/2009
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on quarta-feira, 9 de dezembro de 2009
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Comer e beber em Paris: à maneira dos franceses e sem gastar uma fortuna
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Paris como capital cozinha mundial não é novidade para ninguém. O problema é que às vezes são tantos bistrôs e restaurantes que fica difícil definir qual se deve ir. Para ajudar na escolha nada melhor de quem entende do assunto. Confira algumas dicas do chefe carioca Alex Herzog. Apaixonado pela capital francesa, ele lançou o livro Bistrôs Paris, um guia com fotos próprias, descrições, referências turísticas e cinematográficas dos melhores estabelecimentos da cidade. Confira alguns los locais seleccionados.Restaurant Chez Georges
Desde 1964 na mão da mesma família, a casa mantém a autenticidade e o charme dos bistrôs com uma decoração do início do século passado. Os menus são pura tradição. Na porta, o cardápio foi escrito à mão com caneta-tinteiro e, na mesa, o menu é uma cópia em papel, do tipo que se fazia antigamente em mimeógrafo. Julia Child, lenda da culinária americana e personagem do novo filme Julie & Julia, sempre visita o Chez Georges em suas viagens a Paris. Endereço: 1, rue du Mail, 2éme. Metrô: Bourse, Sentier Tel.: 01 42 60 07 11 Tipo: bistrô Horários: de segunda a sexta, das 12h15 às 14h, e das 19h30 às 22h15 Filme: Paris je t'aime - Place des victoires Ir e ver: Palais Royal, Palais de la Bourse, Galerie Vivienne.
Le Baratin
Um dos pontos prediletos dos parisienses. Gente de toda a cidade vem atrás da cozinha preparada pela dona argentina e lota o local diariamente. Para completar, o bistrô possui uma grande seleção de vinhos com mais de 300 rótulos. Endereço: 3, rue Jouye Rouve, 20ème. Metrô: Pyrénées (para ir) e Belleville (para voltar) Tel.: 01 43 49 39 70 Tipo: bistrô de quartier, bar à vin, cuisine de terroir Horários: de terça a sexta, das 11 à 1h; sábado das 18 à 1h Filme: As bicicletas de Belleville Ir e ver: Parc des Buttes Chaumont, Parc de Belleville
La Crêperie des Canettes
É o típico bom e barato. Com crepes entre sete e nove euros, a creperia oferece refeições leves e ideais antes de um concerto ou de um show. Todas as refeições respeitam as tradições da culinária parisiense e só usam farinha de trigo sarraceno. Endereço: 10, rue des Canettes, 6ème. Metrô: Mabillon, Saint-Sulpice ou Odéon Tel.: 01 43 26 27 65 Tipo: creperia, Horários: de segunda a sexta, das 12 às 16h e das 19 às 23h. Sábado,das 12 às 18h e das 19 às Ir e ver: Église de Saint-Sulpice, Église de Saint-Germain, Jardin du Luxembourg, Marché Saint-Germain
Bar du Marché
O local vale uma parada nem que seja rápida para ter a experiência de um autêntico café parisiense. Peça um "apéro", forma simpática como os franceses se referem ao aperitivo. As mesas na calçada ficam sempre cheias com pessoas querendo beber, tomar sol, ler, conversas, ver e serem vistos. Endereço: 74, rue de Seine, 6ème. Metrô: Odéon ou Mabillon Estação Velib: 1, rue Jacques Callot Tel.: 01 43 26 55 15 Tipo: cafe-bar-bistrô Horários: todos os dias das 8h às 2h Filme: Paris Je T'Aime - Quartier Latin Ir e ver: Jardin du Luxembourg, Place de la Sorbonne
La Crèmerie
Fundada em 1880 como um local para venda de leite e creme, o estabelecimento se transformou em 1950 em cave de vinhos e desde 2001 se especializou em vinhos naturais. Pequenos produtores também têm vez. A decoração respeita as origens. Um balcão de mármore cheio de gelo mantém a tradição da antiga forma de guardar o creme fresco, e o teto pintado à mão segue intacto. Endereço: 9, rue des Quatre Vents, 6ème. Metrô: Mabillon, Saint-Sulpice ou Odéon Tel.: 01 43 54 99 30 Tipo: bar à vin Horários: de terça a sábado, das 10h30 às 22h; domingo das 10 às 14h Filme: Paris adormecida Ir e ver: Église de Saint-Sulpice, Église de Saint-Germain, Jardin du Luxembourg, Marche Saint-Germain
Le Procope
O primeiro restaurante de Paris. Surgiu em 1686 como um lugar para pessoas tomarem um café. Com a abertura da Comédie Française, o local tornou-se ponto de encontro de artistas, intelectuais e escritores. Nomes como Rosseau, Voltaire, Benjamin Franklin, Thomas Jefferson, além do trio Danton, Marat e Robespierre, se reuniam na casa para definir os caminhos da Revolução Francesa. Endereço: 13, rue de l'Ancienne Comédie, 6ème. Metrô: Odéon Tel.: 01 40 4679 00 Tipo: brasserie Horários: todos os dias, das 10h30 à 1h Filme: Danton: o processo da Revolução Ir e ver: Église de Saint-Germain, Jardin Du Luxembourg, Marché Saint-Germain.
Fonte: Portal Terra Turismo
Taxas 08/12/2009
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on terça-feira, 8 de dezembro de 2009
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