Esqui a preços mais acessíveis na base de Courchevel

Courchevel é parte de Lês Trois Vallées, maior complexo de esqui do mundo. Suas pistas são conhecidas pelo glamour e atendem a todos os níveis, tanto do ponto de vista esportivo como financeiro. Localizada nos Alpes Franceses, a estação é dividida em quatro diferentes patamares: Courchevel 1300, Courchevel 1550, Courchevel 1650 e Courchevel 1850. A numeração, além de indicar a altitude do local, também retrata os diferentes níveis econômicos dos que as frequentam. Ou seja, a medida que se sobe a montanha, o luxo de hotéis e restaurantes vai crescendo junto.

A melhor indicação é o Courchevel 1850, mas saiba que para desfrutar do mais alto ponto da estação é preciso ter um grande suporte financeiro. O local se trata de um dos mais badalados destinos de bilionários e famosos do mundo. Hotéis cinco estrelas, chalés fora do comum e dois restaurantes premiados pela Michellin: o Chabichou e o Bateu Ivre dão o tom do lugar. E como não poderia ser diferente, as principais pistas de esqui estão todas localizadas nas partes altas da região.

As opções mais viáveis estão nos vilarejos inferiores. Também conhecida como Le Praz, Courchevel 1300 possui um clima mais rústico. Famílias com crianças pequenas que não podem exagerar nos gastos e prezam por tranquilidade na suas férias constituem seu público natural. Já Courchevel 1550 e Courchevel 1650 são vistas como opções intermediárias, onde é possível, além de conseguir aproveitar um clima mais animado e festeiro, encontrar o sossego que as montanhas oferecem.

Se faltar dinheiro para o luxo de hostéis e restaurantes, pelo menos não se preocupe com a qualidade do esqui. Independente de onde você fique, a excelência das pistas está garantida. Todo o complexo está interligado por uma excelente infra-estrutura de transportes de ônibus, teleférico e ski-lifts que conectam não somente a área de Courchevel como também toda a Lês Trois Vallées. Os turistas podem optar pelas duas opções de passe.

Para se ter uma ideia, somente Courchevel oferece mais de 150 quilômetros de neve fofa. Logo, se for iniciante ou não tiver muito tempo para conhecer tudo, essa parte do complexo será mais do que suficiente para atender sua demanda. Mas, se tempo não for problema e estiver disposto a conhecer mais de 600 quilômetros em pistas, inegavelmente pagar pelo passe de Les Trois Vallées será uma experiência fantástica e única.

Fonte: Portal Terra Turismo

Londres

Londres significa ótimos museus, parques bem cuidados, teatros, galerias, pubs, cafés, shows...

Londres (London,) é uma metrópole sem dono. Em seus metrôs, você verá indianos, árabes, norte-americanos, latinos, australianos, europeus em geral. Vai escutar tantos idiomas quanto não ouviria em qualquer outra cidade. Como em nenhum outro lugar, tem-se a sensação de que, se existe um centro do mundo, é aqui mesmo, a capital britânica.

Londres é a síntese de Nova York, Paris, Tóquio, Bombaim, Sydney, São Paulo, muito no que há de melhor (como você verá ao longo do texto - ou conhecendo in loco), e um pouco no que há de pior (clima, poluição, tráfego arrastado, sem-teto) -acrescido do inconfundível estilo inglês (afinal, ainda faz parte da Grã-Bretanha). Explorar Londres merece no mínimo 5 ou 7 dias - mas talvez 1 ano fosse o ideal.

O poeta Samuel Johnson disse "Quem está cansado de Londres está cansado da vida". Verdade. Existem centenas de opções para conhecer e aproveitar a cultura local: ótimos museus, parques bem cuidados, teatros, galerias, pubs, cafés, shows, feiras, mercados, livrarias, bibliotecas, atrações turísticas em geral. Sim, gasta-se dinheiro (e é para gastar, se é para deixar de aproveitar por extrema economia, melhor nem ir), mas também há muitas alternativas gratuitas. Estar em Londres é um investimento em sua viagem, e, sem exagero, em sua vida.

Fonte: Uol Viagem

Hotel Alvear oferece luxo e requinte em Buenos Aires

Alvear Palace é símbolo máximo do lado grã-fino de Buenos Aires. Fruto dos períodos áureos da Argentina, quando o país era um dos mais ricos do mundo, esse hotel, no chique bairro da Recoleta, é referência de classe, serviço e boa culinária. Mordomos fazem atendimento privado, os restaurantes oferecem o melhor da cozinha internacional e sua arquitetura imperial deixa Alvear Palace no mesmo nível de beleza que qualquer cinco estrelas do mundo.

São 197 apartamentos e suítes que mesclam modernidade com um ambiente clássico. Todos equipados com a mais alta tecnologia ao mesmo tempo em que são decorados com obras de artes e móveis que remetem aos anos imperiais franceses de Luis XVI. A maior e mais completa dos dez diferentes cômodos do hotel é o Palace, indicado seja para casais quanto a toda família.

Caso seja de interesse do hóspede, um mordomo poderá ficar praticamente 24 horas à disposição. O Alvear Palace oferece atendimento particular desde o momento da chegada até a saída. Durante a sua estadia, ele poderá preparar um banho de jacuzzi, passar suas roupas e engraxar o sapato, fazer baby-sitter, até arrumar sua mala e garantir que não tenha esquecido nada no quarto. Ainda há o personal shopper, profissional que se encarrega de auxiliar aqueles que necessitam de ajuda nas compras, dando tanto consultoria sobre lojas como também acompanhando ou indo comprar aquilo que o hóspede desejar.

Como todo bom estabelecimento portenho, a cozinha é de alto nível nos dois restaurantes do hotel. O La Bourgogne segue a refinada culinária francesa tendo como chefe o único Relais Gourmand da América Latina. Já L¿Orangerie oferece um buffet internacional e um café da manhã formidáveis. Também se pode aproveitar o chá da tarde com o delicioso cardápio de doces oferecido diariamente e o brunch de domingo. Além disso, não se esqueça que refeições podem ser encomendadas ao quarto. Lobby Bar e Cigar Bar completam o cardápio, com drinques internacionais e uma exclusiva seleção de charutos cubanos, licores e chocolates, respectivamente.

O serviço de spa não poderia ficar de fora. O Alvear Palace oferece programas de beleza para face e corpo utilizando produtos naturais como sais marinhos, óleo de eucalipto e creme de ervas que respeitam todos os diferentes tipos de pele. Massagens para aumentar energia, relaxar e melhorar o equilíbrio do corpo são boas pedidas. Se quiser atendimento completo, tratamentos especiais, que duram cerca de quatro horas, atendem diferentes necessidade dos clientes.

E área de saúde não para por aí. A Wellness Area, espaço mais isolado do hotel, é equipada com sauna, ducha de pressão para massagens, banhos de vapor, piscina e o "caminho das sensações". Trata-se de um relaxamente circuito de tapete de pedras de diferentes temperaturas e pressões de água. Para completar, uma academia de ginástica com equipamentos e profissionais de ponta oferece o que há de mais novo em técnica de musculação: o Kinese. Esse novo conceito coloca a mente e seu corpo em harmonia através de exercícios de deslocamentos em cabos que se movimentam nos três planos do espaço.

Fonte: Portal Terra Turismo

Bali: o roteiro perfeito para se espiritualizar e surfar as melhores ondas


Cultura e praia normalmente são motivos diferentes para escolher o destino da próxima viagem. Se quiser juntar os dois, Bali é uma opção. Essa pequena ilha na Indonésia, além de possuir uma costa de beleza inquestionável, também abriga templos e toda uma tradição ligada à religião Hindu.

O principal polo turístico de Bali fica no distrito de Kuta. Os surfistas à procura das ondas perfeitas foram os primeiros a chegar nesse pedaço da ilha. Logo o lugar foi se modernizando e hoje oferece uma vasta opção de restaurantes, hotéis, bares e lojas por ótimos preços. Antes de tentar se arriscar nas ondas mais pesadas, Kuta Beach é ideal para aprender o esporte. Diversas escolas de surfe oferecem curso de três dias por cerca de cem dólares. O pôr de sol na ilha é famoso, ao ponto de convocar sempre uma pequena multidão.

Já Ubud é a capital cultural da ilha. Bali representa um centro hinduísta no mais populoso país mulçumano do mundo. O cotidiano local é marcado pelos rituais da religião. Procissões pelas ruas, inúmeras oferendas aos deuses e diversos templos espalhados pela cidade dão a dimensão da importância da religião para a população. Em Ubud, visite templos como o Goa Gajah, Pura Kehen, Gunung Kawi, Pura Samuan Tiga e principalmente o Pura Tirta Empul. De noite, as atrações ficam por conta de espetáculos de dança como Barong Dance, Pura Dalem e Puri Saren & Puri Saraswati. Museus também têm importância na região. Conheça os de arte local: Museum Rudana, Museum Puri Lukisan, Museum Antonio Blanco e The Neka Art Museum.

A culinária local é bastante rica e apimentada. Nasi campur (arroz frito), mie goreng (macarrão frito) e nasi goreng (arroz cozido com carne e legumes) devem ser experimentados. Porco é a principal carne nos pratos. Arroz, feijão, vegetal e até mesmo frango são acompanhantes comuns. Mas preste atenção: a Indonésia é famosa por seu forte tempero. Então trate de reservar bastante espaço para água no estômago.

Nos vilarejos próximos à Ubud, turistas podem conhecer os arrozais que abastecem com o principal ingrediente a culinária local. Os passeios podem ser feitos a pé partindo do centro em direção a lugares como Campuhan Pejeng e Tegallalang. O ar fresco e a beleza das paisagens que intercalam montanhas coberta de plantações de arroz e rios valem a caminhada. Aproveite também para comprar os tradicionais artesanatos nos mercadinhos e postos.

Fora Ubud e Kuta, outras localidades merecem destaque. Ulu Danu, na margem do Lago Bratan, e Pura Luhur Uluwatu, no vilarejo de Pecatu, são considerados os dois mais bonitos templos Hindus de Bali. Para praias menos badaladas, Sanur Beach e Legian Beach são boas opções, mas é preciso tomar cuidado com as águas, que são consideradas perigosas. Brasileiros que desejarem conhecer Bali devem tirar visto. O documento pode ser obtido tanto no Brasil quando na Indonésia. Mas, saiba que se deixar para resolver tudo no ilha, a validade é de até 30 dias. Se solicitar no Brasil, o limite vai para 60 dias.

Fonte: Portal Terra Turismo

Descubra toda a beleza das ilhas do Caribe


O Caribe é um delicioso clichê. Águas quentes e claras, areia branca, muito sol e resorts de luxo são alguns dos aperitivos que atraem milhares de turistas ano após ano para suas paradisíacas praias. Mas, além de todas essas já conhecidas características, um universo cultural está fincado na região. Havana, em Cuba e Santo Domingo, República Dominicana, são exemplos de museus a céu aberto bem conservados.

Um dos problemas do Caribe é a sua lotação na alta temporada. Entre dezembro e abril, seus principais hotéis, cruzeiros e praias ficam lotados de turistas. Para fugir da muvuca, o mês de maio é o mais indicado. Na temporada que vai de junho até novembro, o problema fica por conta dos furacões.

De olho no conforto dos resorts, procure lugares como Cancun, Bahamas, Jamaica, Barbados e Porto Rico. O primeiro é o mais badalado destino do balneário mexicano, oferecendo, além de praias, a melhor noite de todo o Caribe. As 700 ilhas, muitas particulares, das Bahamas também são redutos de milionários do mundo todo, tendo como principal pólo turístico a Ilha de Nova Providência. Ela é dividida em três áreas: Nassau, metrópole do país, a Ilha do Paraíso e a Praia do Cabo centros dos resorts. Antes de partir, não deixe de mergulhar em Andros. Seu recife é considerado o terceiro maior do mundo e é um espetáculo à parte.

Já na Jamaica, o balneário luxuoso fica no eixo Negril e Ocho Rios. Os dois possuem praias desertas, com águas calmas que misturam tons de azul e verde. Não perca o pôr do sol de Negril. Se desejar mais agitação no país de Bob Marley, Montegobay oferece mais opções de bares, boates e lojas de artesanato sem perder na beleza de suas areias. Seguindo a linha, a costa leste, sul de Barbados e a famosa praia de Punta Cana, República Dominicana e referência nos resorts "tudo-incluído", não perdem em nada para o restante.

As Antilhas Holandesas também não ficam para trás. As três ilhas: Aruba, Bonaire e Curaçao oferecem ótimos picos de mergulho, cassinos e, evidentemente, praias de tirar o fôlego. Aruba é a maior e mais frequentada, mas o lugar vem perdendo suas peculiaridades devido à forte presença de turistas americanos que deixou marcas da cultura yankee. Mesmo assim, praias como Arashi ainda resistem. Já Bonaire é o reduto dos mergulhadores e seu recife é considerado um dos pontos alto das Antilhas.

Curaçao possui as mais bonitas praias e Willemstad. Centro histórico da capital, Willemstad é considerado um patrimônio histórico pela Unesco e funciona como um dos mais importantes portos da América Central.

Mas o Caribe também pode ser isolado e calmo. Nas Ilhas de Cayman, Cayman Brac e Little Cayman apresentam uma natureza formidável, com um clima tranquilo e rústico. Tobago, parte de Trinidad & Tobago, tem reservas ambientais, verdadeiros aquários naturais e uma vasta floresta tropical com belas cachoeiras. A citada Barbados na sua parte central e oeste é um paraíso de aventureiros e surfistas atrás de boas ondas, trilhas e pontos de mergulho.

Antes de pensar que o Caribe é um simples conjuntos de praias, Havana, Cuba, representa o que há de mais vivo no continente americano. A cidade está praticamente estagnada no tempo. Mantida pelo governo comunista de Fidel Castro, a arquitetura se manteve intacta à revolução. Caminhar pela avenida Beira-Mar ou frequentar algum clube de salsa ou mango dão um pouco do clima do lugar. Para completar, carros antigos conseguem dar um charme ainda maior para o Havana. Já, Santo Domingo, capital da República Dominicana, conserva belas construções dos tempos da colônia espanhola no centro histórico.


Fonte: Portal Terra Turismo

O museu sem acervo

Imagine um espaço onde a obra de arte é a própria arquitetura. Assim é o novo museu de Roma


Foram dez anos de obras, 1,2 milhão de horas de trabalho ininterrupto e 120 mil toneladas de concreto para erguer os pouco mais de 21,2 mil metros quadrados do Museu Nacional de Arte do Século XXI, em Roma. Recém-inaugurado, o Maxxi – como é conhecida a construção – foi projetado pela arquiteta iraquiana Zaha Hadid e custou 150 milhões de euros, o equivalente a R$ 390 milhões. Mas, diante dos espaços fluidos, dos sinuosos corredores e da complexidade da obra de engenharia executada, os números ficam em segundo plano. O impacto do prédio projetado por Zaha, vencedora do Prêmio Pritzker, uma espécie de Oscar da arquitetura mundial, em 2004, é tamanho que a Fondazione Maxxi, que bancou a empreitada por meio do Ministério da Cultura e do Patrimônio do país, só vai expor seu acervo em meados de 2010. Até lá, a obra de arte a ser admirada é a própria edificação. “Esta é uma tendência”, diz Issao Minami, professor de comunicação visual da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo (FAU-USP). “São construções que merecem admiração.

E há muito que se admirar no Maxxi. Quando foi projetado, em 1999, boa parte das curvas idealizadas pela arquiteta não podia sequer ser construída. A tecnologia da época não permitia. Mas, enquanto a obra seguia seu rumo, novas soluções em mistura de concreto foram desenvolvidas para viabilizar as improváveis torções que fazem o piso virar parede e a parede virar teto. Segundo Zaha, o efeito desejado era o de criar c

orredores cercados por uma espécie de onda de concreto que envolvesse o visitante “como uma fi

ta de cetim se desenrolando no espaço”. Outra característica que deve se tornar uma das marcas registradas da obra é o enorme bloco de concreto e vidro que se projeta como uma cabeça da fachada principal. “É como se a peça se descolasse do resto da construção”, explica Celso Lomonte Minozzi, professor de arquitetura na Universidade Belas Artes de São Paulo.


Fonte: Portal Terra Turismo