Misto de esportistas e visitantes, 'maraturistas' conhecem cidades de outro ponto de vista


Corridas têm atraído cada vez mais adeptos e uma nova classe de turistas vai se consolidando: os chamados "maraturistas", aqueles que procuram maratonas mundo afora para correr. E depois, claro, passear. E não pense que eles ficam cansados depois dos 42 km - sempre sobra fôlego para bater perna. Seguindo essa tendência, algumas agências já se especializaram em vender pacotes completos, com inscrição da prova, hospedagem, aéreo e passeios.

O jornalista Rodolfo Lucena, 52, autor de "Maratonando, desafios e descobertas nos cinco continentes" correu cerca de 25 provas no exterior e indica outras vantagens. "Na corrida você descobre lugares que talvez sequer notasse em um passeio comum. Além disso, cria uma relação mais profunda e visceral com a terra onde corre. Sempre descubro um jeito de participar de uma corrida quando vou ao exterior a trabalho e divido minhas férias para permitir que eu faça o maior número possível de corridas", diz.

Fonte: Portal Uol Viagem

Pôquer em Las Vegas: conheça os maiores cassinos da capital


Pôquer e Las Vegas é como futebol e Brasil. Erguida no meio do deserto do estado de Nevada, a cidade se transformou na capital mundial do entretenimento a partir da legalização do jogo em 1931. Por isso, antes de partir para o "all-in" e arriscar todas suas fichas, conheça os principais cassinos de Las Vegas.

O The Bellagio é o colírio dos olhos de qualquer jogador. Construído em 1998 com um investimento de R$1,6 bilhão, ele é o maior cassino de Las Vegas. Amadores e profissionais se misturam nas mesas criando um ambiente diversificado e engraçado. Mas se os seus interesses forem mais sérios, existem salas separadas para grandes apostas.

Já o glamour das estrelas fica por conta do The Palms. Esse cassino hotel é o destino predileto de estrelas e celebridades de Hollywood. Sua área destinada ao pôquer é pequena. São somente 10 salas separadas em duas salas, uma para apostas limitadas e outra para ilimitadas de Texas Hold'em, estilo mais jogado em Vegas. Outro atrativo fica por conta dos prêmios extras dados por determinadas mãos, como straight flushes.

Palco dos principais torneios entre 1970 e 2004, o Binions é um dos mais tradicionais cassinos do mundo. Apesar de não ser o mais sofisticado e completo, por suas 46 mesas e paredes vermelhas passaram grandes figuras e parte da história do mais famoso jogo de cartas. Até hoje, verdadeiros personagem mantém a autenticidade de um dos celeiros do pôquer mundial.

Agora, se desejar ver um torneio, o Rio All-Suite é a atual casa do World Series of Poker, uma espécie de mundial da categoria. O cassino é afastado do principal centro turístico de Las Vegas, fazendo não valer muito ir para lá pela aposta. Mas, sem dúvidas, é uma experiência imperdível estar durante os campeonatos. Qualquer um pode entrar e assistir os melhores jogadores do mundo em ação por prêmios milionários.

O MGM Grand é um dos mais acessíveis de Las Vegas e por isso recebe muitos iniciantes. Por ser um lugar de jogos despretensiosos, a atmosfera do lugar é extremamente agradável. Apesar do Texas Hold'em ser o principal, os dealers do cassino são super abertos para outros estilo, basta haver gente suficiente. O The Wynn, um dos mais modernos cassinos, também oferece mesas de pôquer chinês ou Omaha.

Caso ainda disposto arriscar mais alguns dólares, o The Mirage e Caesars são dois dos maiores de Las Vegas. Como em grande parte dos cassinos, pequenos torneios são organizados. No Caesar's, eles ocorrem diariamente em três horários: 12h, 19h e 23h, enquanto, no The Mirage, de segunda até quinta, às 19 h. Já nos domingos, os torneios ocorrem a partir das 17 horas.

Fonte: Portal Terra Turismo

Confira um roteiro para conhecer melhor o Brasil


Conhecer todos os pontos turísticos de um país tão grande e com tantas belezas como o Brasil é praticamente impossível. Mas alguns deles você não pode deixar de visitar se quiser conhecer o essencial do território brasileiro. Pensando nisso, o jornalista Jorge de Souza escreveu o livro 100 lugares que você precisa visitar antes de dizer que conhece o Brasil.

Jorge reuniu dicas dos diversos lugares que visitou durante mais de 20 anos trabalhando como jornalista na área de turismo. "Costumava dar essas dicas para meus amigos que antes de viajar me perguntavam o que eu aconselhava", disse o autor.

A lista que começou com quase mil pontos turísticos foi reduzida para 100 depois de uma seleção bem personalizada. "Essa é a minha lista, portanto é passível de complementações e críticas".

O diferencial da publicação é que não estão elencados apenas lugares consagrados do turismo nacional. Há muitas indicações específicas, como provar a comida baiana do restaurante Paraíso Tropical, em Salvador. "Meu livro possui dimensões variadas, desde o passeio macro até a dica de um lugar específico. Isso é o original", esclarece Jorge.

Além da comida baiana, ele sugere pratos nordestinos do Mangai, em Natal, o pão de queijo com lingüiça do Café com Prosa, que fica no KM 38,5 da BR-383, a feijoada do restaurante Bolinha, em São Paulo. "Tem muitas dicas de culinária no livro porque, na minha opinião, comer bem é um tremendo prazer", define.

O jornalista não esconde o caráter provocativo do título. "Algumas pessoas ficam muito deslumbradas com o exterior, mas nem conhecem o Brasil para poder comparar", analisa.

"O País está cheio de belezas, falta humildade quando alguém diz que o conhece por inteiro. Eu que trabalho com turismo há muito tempo não visitei tudo".

Destaques
Para o autor, Fernando de Noronha é o lugar mais bonito do Brasil. "Gosto muito de praia e sol, e Noronha tem uma beleza incrível". No entanto, ele colocou no seu livro a Floresta Amazônica como a primeira maravilha brasileira. "Escolhi a Amazônia para esse ranking porque é menos óbvio. Fernando de Noronha já está consolidado com um paraíso", explica.

Já com relação aos passeios, o jornalista elege a flutuação no Rio da Prata, em Bonito, como o melhor programa a ser feito no País. "Todos os turistas saem com 100% de satisfação depois desse passeio. Vale a pena".

Serviço:
100 lugares que você precisa visitar antes de dizer que conhece o Brasil
Autor: Jorge de Souza
Editora: Panda Books
Preço: R$ 35,90

Fonte: Portal Terra Turismo

Os 10 monumentos mais estranhos do mundo


A revista Travel And Leisure divulgou o que seriam os monumentos mais estranhos do mundo. Veja a lista.

Mannekin Pis - Bruxelas, Bélgica
Fica em Bruxelas, no encontro da Rue de l'Étuve (Stoofstraat, em língua flamenca) e da Rue du Chêne (Eikstraat), perto da Grande Place. Não se sabe ao certo o que significa, mas se trata de uma pequena estátua, de 50 centímetros de altura, representando um menino urinando.

As lendas sobre sua origem são muitas. Uma conta a história de um menino que desapareceu. Alguns dias depois, o pai, rico burguês, o encontrou e, feliz e aliviado, decidiu construir um monumento para celebrar o reencontro. Uma outra diz e um menino que salvou a cidade de ser explodida, urinando na mecha da bomba.

Fonte Calder Mercury - Barcelona, Espanha
Trata-se de uma obra do escultor americano Alexander Calder, um tributo antifascista feito em 1937. A referência se deve ao governo republicano espanhol, que muito cobiçava a região de Almadén, local com uma das maiores minas de mercúrio de todo o mundo.

Na escultura, o mercúrio líquido é venenoso e se derrama através de um monumento feito de calhas de alumínio, salpicados por pedaços de ferro que definem um móvel em movimento. Banhada esta figura, o líquido cai numa piscina mortal, feita de metal e com o formato circular.

Galeria submarina - Granada
Trata-se de uma série de esculturas submersas nas águas rasas na costa de Granada. O incomum é que o conjunto de esculturas só é acessível a mergulhadores (embora também possam ser vistas através do vidro do fundo dos barcos).

O escultor Jason de Caires Taylor criou esta obra que é uma série de figuras humanas em vários grupos e definições. Além de ser o primeiro parque de esculturas marinhas no mundo, é também um recife artificial para promover a conscientização da conservação deste tipo de ambiente.

Estátua do duque de Wellington - Glasgow, Escócia
Arthur Wellesley foi o primeiro duque de Wellington e comandante das forças britânicas que derrotaram Napoleão na batalha de Waterloo. A estátua existe desde 1844 e fica na Queen's Street Glasgow. Até aqui, nada anormal. Mas, durante os últimos 20 anos, ela tem sido um imã para brincalhões que a escalam e a encobrem com cones de trânsito.

Moradores afirmam que os cones já são uma parte integrante da estátua, bem como da identidade da cidade. Alguns afirmam que o fato, que já virou tradição, tem a ver com o espírito irreverente do povo escocês, que se burla assim da autoridade - especialmente se tratando de um militar inglés: muitos escoceses entendem que seu país está ocupado pelos ingleses.

A cidade fantasma de Fengdu - China
É uma cidade-fantasma feita de um complexo de templos budistas e taoístas, e uma espécie de necrópole. Está adornada com estátuas de demônios macabros e desmembramento de seres humanos. Alguns de seus pontos turísticos têm nomes assustadores, como "Torre do último olhar para casa", "Ponte nada a fazer" e "Passagem da tortura de fantasmas".

Ironicamente, a área é agora literalmente uma cidade fantasma, já que a enorme barragem das Três Gargantas foi concluída em 2009, inundando as moradiaz vizinhas. Com este fato, os moradores da região foram obrigados a se deslocarem.

Estátua de Genghis Khan montado num cavalo - Tsonjin Boldog, Mongólia
Genghis Khan (1162-1227), que significa "O Senhor de Toda a Terra", foi um conquistador e imperador mongol. A 40 metros de altura, e com mais de 250 toneladas de aço, esta, que é a maior estátua com a temática equestre, foi inaugurada em 2008 e está localizada a uma hora de carro de Ulan Batar. Os visitantes podem tomar um elevador para o deck panorâmico sobre a cabeça do cavalo e olhar pela vastidão da estepe mongol. A estátua faz parte de um parque temático planejado com unidades nômades e restaurantes que servem carne de cavalo.

Georgia Guidestones - Elberton, Geórgia, EUA
O monumento é um conjunto de instruções para se reconstruir a civilização após o apocalipse. Foi projetado e encomendado por um grupo anônimo. As pedras-guia da Geórgia são compostas por cinco lajes de granito com quase cinco metros de altura, dispostas num formato de estrela. O monumento funciona como bússola, calendário e relógio. Alguns cristãos locais considerem as lajes as criações dos "Dez Mandamentos do Anticristo", dada a sua natureza inquietante. Entre seus admiradores cêlebres conta-se a Yoko Ono.

(Lucena Palace) Saint Wenceslas montado num cavalo morto - Praga, República Tcheca
Saint Wenceslas, ou Saint Wenceslau, é conhecido como o patrono da região da Bohemia, na República Tcheca. A estátua o coloca montado num cavalo morto, de ponta cabeça, amarrado pelos pés. O autor desta escultura, David Cerny (nasceu em 1967), parodiou a estátua original, que fica em frente ao museu Nacional de Praga, esta sim com Saint Wenceslas de fato montado num cavalo.

Por mais de cem anos a estátua original tem sido uma fonte de orgulho nacional para os tchecos, mesmo durante os dias negros do regime comunista. Com esta paródia pendurada no Palácio Lucerna, a figura de Saint Wenceslas adquiriu um sentido de humor irreverente.

Memento Park - Budapeste, Hungria
O monumento é uma celebração do passado comunista na Hungria. Diferente de muitos países do leste europeu, que cerimoniosamente destruiu relíquias da era soviética, a cidade de Budapeste removeu 42 estátuas em locais proeminentes e as transportou para um parque afastado. Lá estão estátuas de Lênin, Marx e Engels. Entre elas uma cópia fiel das botas de Stalin a mais de 8 metros de altura.

Fonte Kindlifresser - Berna, Suíça
Apesar de muitas lendas, não se sabe ao certo os significados desta estátua. Esta fonte data o ano de 1546, e é representada pela figura de um homem vestido com uma roupa vermelha e verde, comendo a cabeça de uma criança; em sua mochila, outros bebês aguardam pelo destino sombrio.

Alguns postulam que a estátua serviu como um alerta à comunidade judaica de Berna, devido ao chapéu, referência aos judeus. Outros dizem que é o titã Cronos da mitologia grega, que comeu os seus filhos para impedi-los de usurpar o trono. O mais provável, porém, é que o chafariz foi criado como uma espécie de "boogieman" para lembrar às crianças da cidade para se comportarem. Em tempo: no nome, Kindlifresser significa "devorador de crianças".

Fonte: Portal Terra Turismo

Cruzeiros são opção para fim de ano e estão até 30% mais baratos

Ainda dá tempo de fechar viagem para Natal ou réveillon, dizem agências. Dólar baixo e maior oferta favorecem quem quer comemorar em alto mar.

Ainda é possível comemorar o Natal ou o réveillon a bordo de um dos navios que estarão na costa brasileira neste fim de ano. De acordo com as empresas que operam cruzeiros no país, os turistas contam com uma vantagem: os preços estão até 30% menores na comparação com o mesmo período do ano passado.

Os cruzeiros, mesmo os nacionais, são fechados em dólar, a principal razão para os preços mais em conta. Há um ano, em 17 de novembro de 2008, a moeda norte-americana estava cotada em R$ 2,27. Nesta segunda-feira (16), o dólar fechou em R$ 1,71.

Outro dado que favorece o consumidor é a maior oferta de navios: de acordo com a Associação Brasileira de Representantes de Empresas Marítimas (Abremar), 18 embarcações, duas a mais do que o ano passado, vão atender os turistas brasileiros. Ao todo serão 407 viagens com capacidade para atender mais de 860 mil passageiros. Os pagamentos podem ser parcelados em até dez vezes em real o que torna as viagens marítimas mais acessíveis a todos os públicos, segundo a Abremar. A entidade afirma que para viagens nesta temporada há preços que variam entre 10 vezes de R$ 20, para minicruzeiros em dezembro, até cabines de R$ 40 mil, para o réveillon.

"Eu acho que este fim de ano está especial para o turista porque o acesso ao cruzeiro melhorou muito. (...) Nunca foi tão barato fazer um cruzeiro", afirma Ricardo Amaral, presidente da Abremar. A entidade espera um crescimento de 20% no faturamento do setor por conta da maior oferta e do aquecimento no setor.

Diretor comercial da CVC Cruzeiros, Rodolfo Szabo diz que em todos os navios da companhia ainda há vagas para o natal e ano novo. "Pode ser que o turista não encontre lugar em cabines mais baratas, ou suítes com varandas, que são as mais procuradas. Mas ainda há lugar", afirma.

Szabo aponta como vantagem para o consumidor o sistema de "tudo incluído", no qual o pacote já inclui refeições, bebidas e entretenimento. "Pode oferecer conforto completo, com tudo incluído. Na viagem, não precisa se preocupar com comida, bebida, acomodação, lazer. E com a vantagem de pagar tudo parcelado. O que existe de extra é butique, cabeleireiro, spa, excursões, o que é puramente opcional."

Opções limitadas

O Grupo Costa, dona das empresas Costa Cruzeiros e Ibero Cruzeiros, também tem lugares para as festas deste fim de ano, mas alerta: "Quer quiser uma cabine tal, e uma tarifa tal, talvez não encontre mais", afirma a gerente de Vendas e Marketing, Claudia Del Valle.

Cláudia diz que algumas pessoas reservam os locais com um ano de antecedência. "Em janeiro vamos abrir os pacotes de 2010/2011. Quem se programa consegue pagar menos e ter os melhores lugares nos navios."

A gerente afirma ainda que os preços neste ano estão bem mais baratos. "Na Ibero, que começou a atuar neste ano, os preços são estão mais baixos. (...) Na Costa Cruzeiros os valores também estão menores. Pagando a mesma coisa, uma passageiro que comprou uma cabine interna, que é mais cara, conseguiu comprar uma externa."

De acordo com o diretor comercial da MSC Cruzeiros, Adrian Ursilli, a empresa registrou no mês de setembro incremento de 30% nas vendas na comparação com a média de vendas do primeiro semestre do ano, quando o dólar estava mais alto e os reflexos da crise financeira internacional ainda eram sentidos na economia.

"Neste fim de ano o resultado vai ser melhor porque temos uma oferta maior. A MSC está com dois navios a mais na América do Sul e a previsão é de 100% da ocupação", diz Ursilli.

O diretor da MSC afirma que quem não conseguir o lugar que deseja em cruzeiros para o réveillon, deve procurar datas próximas. "Fora do Natal ou Ano novo há mais opção de lugares, promoções atraentes, além de os preços serem mais acessíveis."

Ranking de mergulho esnoba Fernando de Noronha


Dá para ser mais bonito do que Fernando de Noronha? A revista americana Forbes indicou os 13 mais exuberantes mares, corais e praias a serem explorados pelos mergulhadores no mundo em 2009. Lugares como Fiji, Mar Vermelho e Bahamas são apenas algum dos pontos paradisíacos que deveriam estar na lista de próximos destinos segundo o veículo. Pasmem, o arquipélago de Fernando de Noronha está de fora das eleitas. Confira a lista.


Ilhas San Blas, Panamá
Apesar de ser uma região controlada por povos nativos que destruíram parte dos corais, existem recifes completamente intocáveis nas Ilhas San Blas. Na parte leste da região, tours levam turistas para locais completamente inexploradas com águas cristalinas. Já na oeste, naufrágios compõem a paisagem de Cayos Los Grullos.

Ilhas Phi Phi, Tailândia
Em outros tempos frequentado só por alpinistas, o arquipélago de Phi Phi acabou sendo descoberto por mergulhadores. O principal ponto é Hing Klang, um recife localizando entre as ilhas de Bamboo e Phi Don. Um dos destaques é a quantidade de peixes tropicais que podem ser vistos.

Safaga, Egito
Esses rasos corais na parte egípcia do Mar Vermelho atraem tanto experientes quanto amadores. Os golfinhos, polvos, peixes palhaços e peixes leões, um dos mais venenosos do mundo, são apenas alguns dos ilustres habitantes da área. Na Soma Bay há um píer que permite excelente opção de mergulho só com máscara. Tours também levam turistas para uma pequena ilha de areia no meio do mar.

Culebra, Porto Rico
Se dinheiro for problema, Culebra é a melhor escolha. Em uma viagem que custará cinco dólares, chega-se à praia de Flamenco vindo da ilha principal de Porto Rico. A praia é famosa por campings e festas, mas se caminhar por 20 minutos até Carlos Rosario, encontrará um dos melhores pontos de mergulho do Caribe.

Salt Cay, Turks & Caicos, Caribe britânico
Assim como Safaga, a principal atração de Salt Cay é a fauna marítima. Tubarões e raias podem ser vistos em tours pelos corais da região. Se for visitar no inverno, é bem provável que você escutará o canto das baleias jubartes e até as veja. Também há um naufrágio a ser visitado e diversos corais próximos à costa.

Rurutu, Polinésia Francesa
O melhor lugar para ver baleias é Rurutu. Entre julho e outubro, jubartes imigram da Antártica para as águas próximas à Polinésia. Se tiver sorte pode ficar muito próximo do mamífero.

St. John, Ilhas Virgens Americanas
Por ser quase todo um parque nacional, St. John está praticamente intacto. Iniciantes podem começar pelo Trunk Bay, onde há uma "trilha" submarina que vai guiando pelos principais atrativos. Para os mais experientes, alguns pontos podem se alcançados a partir de praias como Leinster Bay e Haulover Bay.

Parque Makaha Beach, Oahu, Havaí
Um dos lugares mais acessíveis da lista, as águas do Parque Makaha Beach oferecem uma visibilidade de mais de 30 metros. É possível ver esponjas, peixes, raias, enormes tartarugas e golfinhos, mas no inverno, a prática do mergulho pode ser proibida por conta das ondas e dos surfistas que tomam conta da praia.

Parque Nacional Aquático Bunaken, Indonésia
Essa reserva ambiental é composta em 97% por água, e o Parque Nacional Aquático Bunaken é conhecido pela diversidade de seus corais, invertebrados e as mais de 2,5 mil espécies de peixes que habitam a região.

Grande Barreira de Coral, Austrália
O maior coral do mundo pode ser visitado em passeios diários saindo de Port Douglas, cidade turística mais próxima do recife. O principal ponto são as partes da borda externa chamadas de Agincourt Reefs. Outras opções são as ilhotas de Heron e Lady Elliot com suas raias, tartarugas, nudibrânquios e moluscos.

Florida Spring Holes, Flórida
O único da lista com água doce. Além de peixes específicos da região, crocodilos dão tom ao lugar. Um bom ponto é Silver Glen Springs, na Floresta Nacional de Ocala, com sua vasta fauna marítima. O Blue Spring State Park também vale, mas talvez seja interrompido caso peixes-bois estejam de passagem pelo local.

Fiji
Esse complexo de 330 ilhas é um paraíso. Corais emergem do fundo do oceano até as superfícies rasas, onde vivem estrelas do mar, ouriços, tubarões, raias. Recifes são visitados em tour ou acessados pela própria costa.

Ilhas Bimini, Bahamas
Aqui a graça é o mistério. Uma curiosa formação de duas linhas paralelas retangulares, segundo a lenda, levaria para Atlantis, cidade perdida do Oceano Atlântico. Outro destaque é um barco naufragado durante um furação em 1926. Golfinhos também habitam a região.


Fonte: Portal Terra Turismo

Buenos Aires é chique e continua muito barata


Para muitos, Buenos Aires é a cidade mais europeia do Hemisfério Sul, em muito semelhante a capitais como Paris, Madri e Roma. Sua intensa vida cultural, a arquitetura belíssima e as excelentes opções de restaurantes e lazer fazem da capital argentina um destino preferido por muitos brasileiros que querem conhecer uma megalópole viva, culta e, principalmente, barata. Com efeito: pode-se descobrir os atrativos portenhos por pouco dinheiro.

Ultimamente, os preços das passagens de avião têm sido bem em conta. Nos meses de dezembro e janeiro, Gol e TAM estão vendendo passagens aéreas na faixa de R$ 500 (Gol ida e volta = 486,90) até R$ 1,1 mil (TAM ida e volta = 1.135,50). O parcelamento é praxe - vale conferir no site das companhias, ou na agência de viagens. Mas avião não é a única opção. Separada por cerca de 1,7 mil quilômetros de São Paulo, é possível chegar lá tranquilamente por ônibus. A empresa Pluma oferece pacotes a partir R$ 500 ida e volta. E vale lembrar que no quesito conforto, alguns ônibus estão em pé de igualdade com a classe executiva das aeronaves.

E se a passagem é em conta, a cidade ainda ajuda. A desvalorização do peso argentino para o real torna Buenos Aires uma cidade extremamente acessível: um real equivale a 2,1 pesos argentinos. Bons restaurantes podem ser encontrados por excelentes preços. Os táxis saem bem baratos e é possível fazer comprinhas com moderação. E vale lembrar que uma boa parte das atrações portenhas pode ser feita de graça.

Por exemplo: quem deseja conhecer o centro histórico e político da capital deve andar pelos arredores da Plaza de Mayo. Lá se encontra a Casa Rosada, sede do pode executivo do país, a Igreja, a Catedral Metropolitana de Buenos Aires, o edifício do Governo da cidade de Buenos Aires, e a casa central do Banco da Argentina, o Banco Nación. Isso ainda fica próximo do Cabildo, epicentro da Revolução de Maio de 1810. Sabe-se que os portenhos são politizados e gostam de se manifestar quando alguma coisa os desagrada, por isso não se surpreenda se, quando você for lá, estiver acontecendo alguma passeata ou manifestação.

Buenos Aires possui um excelente transporte público. Um dos mais antigos do mundo, o metrô cobre vários dos pontos de interesse da cidade, mas nada se compara a caminhar. A beleza da cidade é um convite para vivenciar o seu centro político-social. Da Praça de Maio, vá andando até o famoso Obelisco, que é considerado o ponto zero da cidade e também não deixe da visitar a grandiosidade do prédio do Congresso. Se desejar um pouco de sossego e natureza, Palermo oferece excelentes parques e jardins.

O Jardim Japonês é marca da forte presença da colônia oriental. Lá se encontram bonsais, belas plantas, flores e lagos artificiais com carpas vindas do Japão. Outra opção é o Parque 3 de Febrero, área verde planejada pelo paisagista francês Carlos Thays. Comporta esculturas, jardins e um fantástico espelho d'água. Além disso, em Palermo estão o Rosedal, o Jardim Zoológico e o Jardim Botânico. Todos eles oferecem caminhadas memoráveis.

Ainda sem gastar muito dinheiro, um passeio interessante é visitar as feiras da cidade. A mais turística é a que ocorre em San Telmo nos domingos. Esse boêmio bairro portenho recebe na Praça Dorrego diversas barraquinhas vendendo antiguidades, artistas buscando um troco e muito tango.

Só que se desejar sair do "oba-oba" turista, a Feira des Mataderos é a melhor pedida. Um pouco afastada do centro de Buenos Aires, chega-se a uma autêntica feira de gaúchos, os cowboys sul-americanos. Alegram-se com a zamba, dança típica da região, mas também há música folk argentina ao vivo e, claro, a típica cozinha argentina: excelentes churrascos, choripan e empanadas baratas. A Carrera de Sortija, ou Corrida pelo Anel, é uma atração à parte. Nela, os gaúchos em seus cavalos competem para acertar um pequeno anel que fica suspenso no ar. Aquele que conseguir obterá a consagração de toda a comunidade.

Buenos Aires, cidade de Jorge Luiz Borges, é famosa pelas livrarias. Próxima do cruzamento das famosas avenidas Santa Fé e Callao fica a El Ateneo, uma das mais bonitas do mundo. É um excelente espaço de refúgio: pode-se tranquilamente pedir um café e ficar lendo a vasta coleção de livros. E claro, não deixe de frequentar pelo menos uma casa da tango. Duas boas pedidas para sair do eixo "para gringo ver" é visitar o Café Ideal e Salon Canning. Além disso, o Teatro Colón, a principal referência latino-americana em operas líricas, é parada obrigatória.

Outro ponto chave da cidade é a bairro La Boca. Bairro onde se instalavam os imigrantes italianos, essa que foi uma área pobre de Buenos Aires, hoje abriga o Caminito, uma restauração que remonta o passado do bairro com casas construídas com chapas de metal e tábuas de madeira pintadas com muitas cores (originalmente, da tinta que sobrava dos barcos, que os trabalhadores pintavam no porto local), assim como havia nos tempos dos imigrantes. Além disso, para os fanáticos por futebol, uma vista a La Bombonera, estádio do mítico Boca Juniors é imperdível. Lá pode se conhecer a história deste time que disputa com o Milan o páreo do mais vitorioso do planeta.

Os últimos dois bairros a serem citados são Puerto Madero e a Recoleta. O primeiro corresponde à zona portuária reformada que hoje representa a parte moderna da cidade. Os restaurantes nas redondezas são considerados caros e chiques, mas é válido um passeio pela área dos diques. Já a Recoleta lembra muito Paris. Trata-se de um bairro elegante com muitos cafés e restaurantes. Uma boa pedida é visitar o cemitério do bairro, um dos mais bonitos do mundo. Em suas tumbas estão enterrados muitos membros da pretensa aristocracia portenha, junto com celebridades populares como Evita Perón e Carlos Gardel.

Por fim, não poderíamos deixar de passar pela gastronomia argentina. Alguns restaurantes possuem preços bem acessíveis, deliciosas refeições e ótimos preços de vinhos. Algumas dicas de restaurante de parilla são La Dorita (calle Humboldt, 1911 - Palermo Viejo), Chiquilin (esquina da calle Sarmiento com a Montevideo, no Centro) e Don Julio Rua (Guatemala 4691, Palermo Viejo). Porém, se desejar apenas um lance, as empanadas e o locro (uma feijoada branca) de El Sanjuanino (Posadas 1515, Recoleta). Se o estômago pedir pizza Las cuartetas (Calle Corrientes 838), La americana (Calle Callao com Calle Bartolomé Mitre) La Continental (Defensa 701, San Telmo) e, sobretudo, El Cuartito (Talcahuano entre Santa Fé e Marcelo T. de Alvear).


 Agora, se quiser mesmo se divertir em Buenos Aires sem gastar um tostão, vai aí uma dica de ouro: com sua cara mais inocente e num portunhol carregado, pergunte a um portenho pela experiência de ter Maradona como técnico da Seleção. E prepare-se para ouvir uma longa lista de reclamações.


Fonte: Portal Terra Turismo