Opções de cruzeiros pelo mundo: um mar de novidades


As opções de cruzeiros são inúmeras. Porém, cada vez mais elas se repetem e enchem os mares com as mesmas propostas e poucas novidades tanto de atrações como de lugares. Pesquisar novas propostas e seguir novos rumos náuticos poderá ser boa opção àqueles que desejarem sair dos já batidos cruzeiros existentes. Por isso, trouxemos algumas embarcações que farão suas estreias nacionais e internacionais em 2010.

No Brasil, as novidades ficam por conta do MSC Lírica, Vision of the Seas e Orient Queen. O primeiro possui grande influência da cultura italiana em seu design e culinária. Com seus ambientes internos revestidos de mármore, madeira e muita arte, a embarcação fica em pé de igualdade com qualquer hotel de luxo de Roma, Veneza ou Florença. Além disso, os restaurantes oferecem excelentes opções de massas e pizzas. MSC Lírica é composto, entre outras coisas, por duas piscinas, pista de cooper, campo de minigolfe e salão de jogos. Alguns de seus roteiros para 2010 são Rio, Salvador, Maceió e Ilhéus, no Brasil, além de Argentina e Uruguai. Isso em janeiro. Para fevereiro, Rio, Salvador e Ilhéus. E Rio-Gênova, em março.

Já o Vision of the Seas sairá todas as vezes do porto de Santos. Com viagens de três, quatro ou sete noites, o cruzeiro oferece uma parede de escalada de 61 metros, bares temáticos como o "Champagne Bar" e o "Viking Crown", recreação especial para crianças e adolescentes, piscinas interna e externa, além de um solarium com teto solar. A embarcação percorrerá o eixo Santos e Búzios (janeiro e fevereiro), e Santos, Ilha Grande, Salvador, Búzios, Ilhabela e Santos (janeiro e março).

Para encerrar com a oferta da costa brasileira, o Orient Queen fará sua primeira parada em portos do país. Esse barco grego só repousará no norte e no nordeste do Brasil. Fernando de Noronha, Recife, Natal, Salvador, Maceió e Fortaleza poderão ser visitadas em viagens de quatro ou seis noites. Estão incluídos salas de massagem e ginásticas, cassino, duas piscinas, salão de beleza, discotecas e consumo ilimitado de comida e bebidas, alcoólicas ou não.

Mundo afora, algumas das novas rotas ficam por conta dos luxuosos cruzeiros da empresa Silversea. Os roteiros inéditos dão conta de travessias pelo Mediterrâneo, com parada em Le Vedron, França, capital dos vinhos Malbec, ou no porto do resort de Ile Rousse, no nordeste da Córsega e Rimini, costa leste da Itália. Outra novidade será a ida a Sendai, Japão, onde turistas poderão visitar as ruínas datadas do século XVII.

O cruzeiro partirá do Alasca, e pela primeira vez uma embarcação desse tipo irá atravessar o Mar de Bering que, infelizmente, está navegável por causa do retrocesso do gelo do Ártico. E não fica só por aí. Paradas exóticas como Chan May (Vietnã), Seydisfjordur (Islândia) e Lakshadweep (Índia) também estão programados.

Sua frota ganhará um novo integrante. O Silver Spirit será o maior dentre os seis da empresa: Silver Wind, Silver Cloud, Silver Shadow, Silver Whisper, Silver Albert II e Silver Spirit) e ainda terá um spa de 8,3 mil metros quadrados.

Ainda em 2009, a Royal Caribbean lançará o Oasis of the Seas, o maior cruzeiro do mundo. Com capacidade para 5,4 mil pessoas, possui uma tirolesa que atravessa o deque do barco, além de uma mistura de estilos de arquitetura clássicos e modernos em sete diferentes "bairros" únicos. Está programado para fazer passeios para o Caribe entre julho e setembro.

Em relação à Europa, o destaque fica por conta do Norwegian Cruise Lines Norwegian Epic, com seu bar feito de gelo, vinte opções de jantar e um pequeno complexo aquático com toboágua.

Na primavera brasileira, a Cunard's vai inaugurar o Queen Elizabeth, um marco em elegância e classe nos cruzeiros. Sua decoração terá um tom nostálgico com obras de arte e estilo clássico.

Já para quem desejar algo mais moderno e agitado, em abril o Azzurra será uma ótima opção. Vale também ressaltar que o reponsável pela comida trata-se do chefe Atul Kochhar, destaque do Guia Michelin, e pelos vinhos, Olly Smith, enólogo comentarista da emissora inglesa BBC. Seguindo essa linha mais animada, o Celebrity Eclipse, que partirá de Southampton, Inglaterra, será outra opção para quem desejar bons restaurantes, inúmeras lojas e mesas de bilhar.

Por fim, os que desejarem sair da badalação e procurar a natureza também terão opções novas. O Saga Pearl II irá explorar os mares do norte e do báltico através de um passeio pela costa norueguesa. Além disso, companhias como Voyages of Discovery, Silversea, AMAWaterways e Oceania Cruises estão fazendo percursos em busca da tranquilidade do Extremo Oriente. Ou se desejar ir ao Oriente Médio, a Royal Caribbean International está seguindo rumo ao Golfo Pérsico a partir de 2010 a bordo do Costa Cruises.


Fonte: Portal Terra Turismo

Os 10 melhores destinos para esquiar: do luxo extremo à aventura


Dezembro e janeiro são sinônimo de dias frios no Hemisfério Norte. Alguns podem acreditar que isso seja motivo para ficar no Brasil ou fugir de cidades como Nova York, Paris e Londres. Mas, para outros, essa época torna-se uma excelente oportunidade para aproveitar diversas montanhas cobertas de neve em ótimo estado para esquiar. Próximo do inverno, o site britânico CNtravaller.com divulgou a lista dos 10 melhores lugares para esquiadores aproveitarem a temporada gelada na parte de cima da linha do Equador. Estão incluídas pistas na Europa, América do Norte e até na Índia.

1) Äre, Suécia
Referência absoluta na Escandinávia, Äre consegue atender a todos os níveis. Além das pistas fáceis para iniciantes, há opções para os mais experientes. Já os aventureiros podem saltar de helicóptero no topo da montanha e encarar pistas selvagens. A cidade ainda oferece diversas outras atividades ligadas à neve ou não. Passeios de teleférico e trenó de Huskies Siberianos, safári no snowmobile e pular na mais longa tirolesa da Europa são imperdíveis. Durante a noite, Äre é uma cidade bem animada, com seus restaurantes, bares e boates.

2) Aspen, Estados Unidos
Aspen oferece uma vasta estrutura de transporte. Dividida em quatro diferentes estações, 39 teleféricos e um completo sistema de ônibus integram todas as pistas. Ajax é para esquiadores e snowboarders de nível avançado. Buttermilk é para iniciantes. Snowmass e Aspen Highlands se destacam pela diversidade atendendo todos os níveis. Andar de balão, visitar as mais de 200 lojas e galerias espalhadas pela cidade também são opções de entretenimento.

3) Courchevel, França
Parte da Les Trois Vallées, maior área de esqui do mundo, Courchevel é um complexo de quatro vilas que mudam de acordo com a altitude. À medida que os locais vão subindo, o luxo segue o fluxo. A Courchevel 1850, de maior altitude, é também a mais chique. Lá, encontram-se restaurantes premiados, hotéis cinco estrelas e chalés fabulosos. A estação de esqui é mantida com cuidado e oferece opções para todos os níveis e idades. Diversas pistas técnicas e selvagens atendem a demanda dos que procuram desafios.

4) Fernie, Canadá
Um paraíso para quem quer ir aos limites. Fernie é um complexo de mais de mil hectares de montanhas íngremes e acidentadas. Suas pistas estão entre as mais perigosas e extremas do mundo para a prática de esqui. Nos pontos mais críticos, os declives podem chegar até 40 graus.

5) Himachal Pradesh, Índia
Seguindo a linha radical, Himachal Pradesh é outro destino para viciados em adrenalina. Esqueça teleféricos: a única maneira de chegar a mais de 5 mil metros e descer a cordilheira do Himalaia indiano esquiando é de helicóptero. O requisito básico para participar dessa aventura com paisagens formidáveis é participar de uma aula sobre como agir em caso de avalanche. A cidade base é Manali, um emaranhado caótico de mercado, ruas movimentadas e casas de pedra.

6) Sierra Nevada, Espanha
Saindo da cidade de Granada por uma estrada de 32 quilômetros chega-se ao ponto de esqui mais ao sul da Europa. Do topo da montanha é possível ver cordilheiras montanhosas do Marrocos. Um dos grandes atrativos é o clima agradável, com temperaturas não tão baixas e sol mesmo no inverno. Não deixe também de aproveitar a beleza de Granada com seus palácios, museus e típicos bares tapas considerados uns dos melhores da Espanha.

7) St. Moritz, Suiça
O St. Moritz é o mais antigo resort de esportes de inverno do mundo e ainda símbolo de glamour. Localizado nos Alpes suíços, ao lado dos lagos Upper Engadine, o hotel oferece excelentes opções de esqui, principalmente para pistas selvagens. A estação indicada para iniciantes é a Corviglia, mais próxima do centro da cidade. Para os mais experientes, Diavolezza e Lagalb podem ser alcançadas de trem ou ônibus. Outros esportes curiosos que podem ser praticados são pólo, críquete, golfe e corrida de cavalo no gelo.

8) Taos, Estados Unidos
Apesar do resort local ter uma reconhecida escola de esqui, os que mais aproveitam as pistas de Taos são os experientes. A cidade, há cerca de 30 quilômetros do hotel, é um encontro de diversas culturas nativas americanas. Durante os anos de 1890, Taos transformou-se em uma colônia de artistas que inspiraram nomes como DH Lawrence and Georgia O'Keeffe.

9) Verbier, Suiça
Verbier se tornou a capital europeia de esqui e frio. Com grande diversidade de opções de restaurantes e bares, a estação atende a todos dos gostos. Um das peculiaridades são suas pistas selvagens mais moderadas. Se desejar, voo de parapente e trenó de huskies siberianos são alternativas de lazer.

10) Whistler, Canadá
Sede das Olimpíadas de Inverno de 2010, Whistler é conhecida pela qualidade de sua neve e pela quantidade de estrangeiros que passam por lá. Suas excelentes pistas oferecem as mais contínuas quedas verticais do continente americano nas montanhas de Whistler e de Blackcomb. Um novo teleférico será implementado na rede de transportes do resort.


Fonte: Portal Terra Turismo

Não perca tempo: ainda há praias desertas e paradisíacas no Brasil


O Brasil possui cerca de 8 mil quilômetros de costa. Nesta vastidão, grande parte de suas mais baladas praias ficam lotadas de turistas e banhistas. Ao mesmo tempo, afastam aqueles que procuram sossego e tranquilidade nas areias. Para fugir da multidão, saiba que uma boa parte do litoral brasileiro segue intocado pela mão do homem. Por isso, listamos algumas das melhores praias desertas do país. Aproveite antes de que lotem.

Fernando de Noronha é, indiscutivelmente, um paraíso fora do comum. Essa ilha pertencente ao estado de Pernambuco é dentre as opções do país a que oferece um maior número de praias isoladas. Os principais destaques ficam por conta da Baia do Sancho, Baía dos Porcos e Praia do Leão. Rodeada por uma falésia, que permite uma vista deslumbrante e dificulta o acesso, a primeira ainda é cortada por duas cachoeiras durante o período de chuva - de abril até julho. Já a pequena Baia dos Porcos se destaca por suas piscinas naturais e rochas vulcânicas, enquanto a extensa Praia do Leão é destaque por suas águas de tons de verde e azul.

Voltando para o continente, mas ainda em Pernambuco, Carneiros, diferente da vizinha Porto de Galinhas, é a maior calmaria. O motivo é que a praia fica numa propriedade particular, e a família proprietária dificulta o acesso. Lá, coqueiros elegantemente inclinam-se para cumprimentar a beleza das águas mornas e verdes.

No Ceará, Jericoacoara e Barra dos Remédios seguem sendo destinos poucos explorados. Chamada carinhosamente de "Jeri", ela localiza-se em um povoado de pescadores distante 15 quilômetros da estrada de acesso, onde a rede de hotelaria se restringe somente a algumas pousadas. A praia tem coqueiros, recifes, águas quentes e rochas como do cartão postal do local, Pedra Furada. Mas, se desejar ainda mais isolamento, a Barra dos Remédios, acessível somente de bugre ou jipe 4x4, fica rodeada de dunas moldadas pelo forte vento, beirando as águas marcadas pelo encontro do Rio dos Remédios com o mar.

Ainda no eixo Norte-Nordeste do País, em Alagoas, Carro Quebrado fica a 50 quilômetros da capital, Maceió. Para chegar a suas falésias de areia colorida, recife e mar cristalino, deve-se ir de balsa até a Ilha de Croa e seguir por uma estrada de 6 quilômetros sem qualquer sinalização. Já no Rio Grande do Norte, Galinhos localiza-se em uma vila de pescadores cortada de uma lado pelo oceano e do outro por um rio. Por isso, para chegar ao destino é preciso ir até o porto de Pratagil e rumar em um barco por 15 minutos.

Não dá para falar do litoral sem citar a Bahia. Trancoso, Itacaré e Porto Seguro são apenas alguns dos badalados exemplos da costa baiana. Porém, se desejar se isolar, Boipeba é o melhor destino. Dona de um ecossistema de rara diversidade, essa ilha possui duas das mais belas e tranqüilas praias brasileiras: Ponta dos Castelhanos e Coqueiros. Águas calmas, piscinas naturais e areias brancas são apenas algumas das atrações na orla dessa ilha, que mesmo no verão segue inexplorada e deserta.

O eixo Sul-Sudeste não fica para trás em praias desertas, apesar de ser a parte do Brasil mais povoada. No Espírito Santo divisa com o estado da Bahia, Riacho Doce possui a peculiaridade de possuir um pequeno córrego de água doce que chega até o mar. Com mais de cinco quilômetros de extensão, a praia é cortada por dunas de mais de 30 metros. Já no Rio de Janeiro, a Costa Verde, litoral Sul do Estado, ainda segue intocado em determinados locais. Antigos e Antiguinhos, em Parati, são separadas por uma ilhota de pedra e cobertas por uma vegetação densa, montanhas e um pequeno córrego. Suas águas são transparentes, as areias fofas e não há qualquer construção de barracas no local. A Ilha Grande, em Angra dos Reis, ainda é sede da praia de aventureiro. Habitada por uma pequena colônia de pescadores, essa parte da ilha é uma reserva ambiental. Para conhecer o local, é preciso obter uma autorização no Centro de Informações da Turisangra e a capacidade é limitada.

Em São Paulo, diferentemente da capital, que fica marcada pelos congestionamentos, multidões e poluição, as praias de Bonete, Brava de Almada e do Cedro funcionam como verdadeiros refúgios. A quarenta minutos por trilha da praia da Fortaleza, a do Cedro é pequena e primitiva. Sua faixa de areia é curta e íngreme e o mar não possui ondas. Em Ilha Bela, Bonete é acessível somente por barco ou andando 15 quilômetros de trilha a partir da Ponta da Sepituba. A caminhada é recompensada por uma praia situada entre duas encostas rochosas, mata verde e água limpa e azul.

Fonte: Portal Terra Turismo

Rio de Janeiro é escolhido o melhor destino gay do mundo

Após conquistar o título de cidade mais feliz do mundo, segundo a revista "Forbes", e o direito de sediar a Olimpíada de 2016, o Rio foi escolhido ontem o melhor destino gay do planeta.

O anúncio ocorreu durante a 10ª Conferência Internacional de Turismo LGBT, em Boston, nos EUA. A pesquisa foi promovida pelo canal americano "Logo", da MTV, destinado ao público LGBT.

A votação foi promovida pelo site www.tripoutgaytravel.com. O Rio concorreu com Barcelona, Buenos Aires, Londres, Montreal e Sydney. A ilha de Curaçao, no Caribe, foi eleita "destino gay revelação", e o bairro parisiense do Marais, "o local mais sexy do planeta".

Segundo a Riotur, a escolha da cidade é resultado de uma enquete realizada com mais de 100 mil pessoas. O presidente do órgão, Antonio Pedro Figueira de Mello, comemorou: "Esta é mais uma vitória que vem reforçar a vocação do Rio em receber bem os turistas".

Em nota, o prefeito Eduardo Paes se disse orgulhoso: "O título é mais um reconhecimento da hospitalidade do nosso povo, que faz todos os visitantes se sentirem em casa. É um prazer e orgulho ser o prefeito de uma cidade acolhedora, que respeita e valoriza a diferença. Rio: a cidade mais feliz do mundo e a capital da diversidade".

O site alerta, entretanto, sobre a violência. Diz que o turista deve evitar deixar pertences na areia, não ir à praia à noite e optar por táxi.


Fonte: Folha Online Turismo

Conheça Petra, cenário da novela 'Viver a Vida'



Seis séculos a.C., os Nabateus construíram uma cidade esculpindo palácios, templos, casas e monumentos nas rochas do deserto da Jordânia. Por séculos, persas, árabes e romanos dominaram a região, porém sempre dando uma certa autonomia ao povo nativo, que transformou o local num grande centro de trocas e comércio. Após os períodos áureos, veio o declínio e com isso o esquecimento. Até 1812, ano em que o suíço Johann Ludwig Burckhardt descobriu para o Ocidente uma das novas sete maravilhas do mundo: Petra.

A "cidade de pedra" está entre os lugares mais peculiares do mundo. Suas ruínas, que já sobreviveram a dois terremotos, formadas por construções como o Tesouro, o Monastério e o Siq, são um belo e bem preservado enclave arquitetônico. Excursões podem ser feitas diariamente partindo tanto de Amã, capital da Jordânia, como de Jerusalém. Mas para desfrutar de todas as atrações, passar uma noite no vilarejo de Wadi Musa é fundamental. Não se esqueça de que por ser no deserto, o calor de pode chegar acima de 40 °C durante a época do verão (de junho até setembro).

A melhor forma de se conhecer Petra é caminhando ou cavalgando. Beduínos da região oferecem passeios de camelo ou bode àqueles que não conseguem lidar com os inúmeros degraus e com as altas temperaturas.

Al Khazneh, ou O Tesouro, uma mistura de templo e túmulo da realeza, é talvez o grande símbolo de Petra. A construção de 40 metros, moldada a partir de uma rocha nua, tem esse nome por conta de uma lenda criada pelos árabes afirmando que o local guardaria riquezas de um faraó do Egito. Para se chegar lá, passa-se pela entrada da cidade: Siq, um caminho estreito, longo e rodeado por enormes muros feitos de pedras. Além disso, nas suas laterais há canais que foram pavimentados como forma de transportar água aos Nabateus.

Seguindo norte de Al Khazneh, chega-se ao Amphitheater e posteriormente aos Túmulos Reais. Acreditava-se que o primeiro teria sido construído pelo romanos, porém, hoje a teoria mais aceita é que o povo local teria esculpido esse teatro com pedras de cavernas e túmulo de pessoas.

Já os Túmulos Reais, que se destacam por sua grandeza em relação aos outros, são divididos em três. O Urn Tomb, construído em cima de uma camada de cofres, o Corinthian Tomb, praticamente uma réplica de um palácio romano e Palace Tomb, um dos maiores monumentos de Petra.

Antes de conhecer as partes mais afastadas da cidade, não deixe de passar por Qasr AL-Bint. Uma das construções mais abertas, esse local era considerado como o bairro central da cidade de pedra. Lá, encontra-se Templo ao Dushara, principal Deus dos Nabateus, e com a invasão de Roma transformou-se em uma casa de moeda.

Para os mais dispostos, trilhas podem levar para lugares mais isolados e não por isso menos belos. O Monastério, uma hora caminhando de Qasr, é o maior monumento de Petra e ainda apresenta uma vista formidável. O nome é consequência do lugar ter sido usado como Igreja durante o período de dominação bizantina. Outro treking interessante é seguir rumo ao Lugar dos Sacrifícios. Localizado no topo de uma montanha, precisa-se subir cerca de 800 degraus para atingir o objetivo final. Esculpido para ficar plano, lá, existem dois obeliscos, altares com lugares para escorrer sangue de animais sacrificados e igualmente uma visão privilegiada de Petra.


Fonte: Portal Terra Turismo

Dicas de Viagem

Rota do 'fim do mundo', na Patagônia Chilena, mostra glaciares históricos

O visual combina geleiras, montanhas cobertas de neve e aves típicas da Patagônia Chilena, como o cormorán


Entre os fiordes e ilhas localizados na Patagônia Chilena, na região conhecida como Terra do Fogo, geleiras de contornos peculiares impressionam e encantam turistas que percorrem o roteiro mais austral do continente, ou para os mais sonhadores, a rota do "fim do mundo".

Próximo à cidade argentina Ushuaia, mas já situado em território chileno, está o Glaciar Pía. Localizada no braço noroeste do Canal Beagle, em um fiorde com o mesmo nome, a geleira pode ser vislumbrada do alto de um mirante em uma ilha próxima. Para chegar até lá, os visitantes precisam percorrer uma trilha que revela as belezas da vegetação local e que fica especialmente charmosa quando está coberta de neve. Na rota, um conjunto de glaciares, conhecido como "Avenida das Geleiras", completa o passeio.

À noroeste do Glaciar Pía, navegando pelo Fiorde Alacalufe, estão os Glaciares Piloto e Nena. Enquanto o primeiro tem uma coloração azul bem característica, que indica antiguidade de aproximadamente mil anos, o segundo lembra mais uma "rampa de neve". Quem passar pelo local pode apreciar belas cascatas e aves típicas da Patagônia, como o cormorán, que em outubro aparece aos montes e sempre em pares, por ser época de acasalamento.


Fonte: Uol Viagens