Taxas Dia 14/10/09


Como agir em casos de overbooking


Overbooking é quando as companhias aéreas vendem mais passagens que o espaço disponível em um vôo. Com isso, alguns passageiros não conseguem embarcar.


A prática é comum, pois muitos clientes marcam viagens com urgência em cima da hora e as companhias tentam atender esses clientes. Outro motivo é que as empresas vendem passagens a mais para garantir que nenhum assento fique livre, no caso de alguém desistir de embarcar, o que significaria prejuízo para a companhia.


Mas há um acordo entre as companhias e o Procon, orgão de defesa do consumidor, para que o cliente prejudicado com o overbooking seja recompensado. Em caso de overbooking, a empresa questiona os clientes que têm urgência em viajar e os que aceitam viajar em outro vôo. Os que aceitarem viajar depois, são acomodados em outro vôo e, caso necessário, tem eventuais despesas com hospedagem, transporte, etc, bancadas pela companhia. Além disso, podem ganhar ainda uma pequena indenização, que varia de acordo com a distância do vôo.


O ideal é ser compreensível com a situação, mas exigir seus direitos, que as companhias se responsabilizam em cumprir conforme o acordo com o Procon. O cliente que não aceitar a recompensa da companhia aérea, pode entrar com pedido de indenização na Justiça.


Como evitar o overbooking


O ideal é fazer a reserva e comprar a passagem com antecedência, além de confirmar a sua presença no vôo dias antes do embarque. Outro detalhe importante, no dia do embarque, é chegar com antecedência para se apresentar ao balcão da companhia e fazer o check in. Com isso, o seu lugar no vôo fica mais garantido.

Fonte: Portal Terra

Por Guilherme Dorini

Taxas Dia 13/10/09


Evite ser barrado na Alfândega


Qual a quantidade de café permitida numa viagem para a Austrália? O que se pode levar na mala para a terra do Tio Sam? Aquele seu cachorro fofinho que sempre o acompanha vai entrar no Reino Unido? Seu remédio vai ser apreendido na alfândega francesa? Todas essas questões e outras revelam as restrições dos países estrangeiros, o que pode tornar-se um problema grave se o viajante não estiver bem informado.

Quem viajar a Sydney, na Austrália, por exemplo, precisa certificar-se de declarar quase todo tipo de material levado na bagagem. A maior ilha da Oceania é um dos países mais severos na proibição da entrada de produtos no seu território. Feijão, sementes em geral, vegetais, ovos, derivados de leite, carne de porco e de vaca, plantas, animais vivos e terra ou areia estão na lista dos itens estrangeiros vetados em solo australiano. Para completar, couro, lã, peles, flores, biscoitos, mel e até café necessitam de vistoria na chegada ao país. O limite permitido da nossa bebida preferida é de um quilo.

A situação fica mais complicada quando se trata de sementes desenvolvidas em laboratórios nacionais. Marcelo Credídio, da Australian Tourist Comission, afirma que a terra dos cangurus é muito exigente porque já teve muitos problemas com pragas e epidemias no passado. Para salientar as dificuldades enfrentadas pelo visitante, Credídio lembra do caso de um botânico, hoje residente na Austrália. "O cientista teve de comprovar o seu estudo com as sementes para convencer a fiscalização do governo australiano."

Grã-Bretanha - No Reino Unido o turista sofre restrição e até proibição ao entrar com drogas, armas de fogo, munição, explosivos, produtos pornográficos, animais domésticos, plantas e animais protegidos. A lei aplica-se também para derivados dos animais em risco de extinção. Cintos ou sapatos de jacaré, peças de marfim e outros podem ser confiscados pelas autoridades britânicas.

Os EUA também restringem uma série de itens - animais, carnes, comida, frutas e pássaros são alguns deles. Há remédios que precisam de prescrição médica, com possibilidade de retenção pela alfândega norte-americana.

Mais liberal - Na França a legislação é mais liberal. Além de armas de fogo, materiais inflamáveis e animais vivos, a não ser os domésticos, os franceses proíbem a entrada de remédios sem receita médica. Quem precisa de algum medicamento alternativo tem de comprovar sua necessidade com uma prescrição.

Assim como a França, certos países não são tão severos na proibição da entrada de produtos. É o caso da Finlândia, que exige apenas passaporte válido por 90 dias, tempo máximo de permanência do estrangeiro.

Já a Alemanha e a Suécia não permitem a entrada de bebida alcoólica e cigarros em quantidade exagerada. Os alemães aceitam até 50 charutos e admitem um litro de qualquer destilado ou fermentado com teor superior a 22 graus, ou dois litros com teor inferior.

Declaração de bens - É recomendável, ainda, ficar atento na hora do embarque por aqui. A alfândega brasileira não impõe muitas restrições à saída de bens de consumo, remédios e animais - desde que vistoriados pelo Ministério da Saúde -, aparelhos eletrônicos e sementes, devidamente certificadas pelo Ministério da Agricultura. No caso dos eletrônicos, a receita alerta o viajante para declarar todos que superem o limite de US$ 500. Isso facilita no retorno ao País, evitando taxas e impostos sobre o produto.

Já no que diz respeito a um notebook, deve-se declará-lo antes de sair do Brasil. E o aparelho deve ter número de série, para evitar a troca por outro modelo mais moderno no exterior. A regra, aliás, serve para todo bem de consumo eletrônico.

Um outro fator importante é o tempo de permanência em terras estrangeiras. O brasileiro que voltar ao País após um ano fora pode trazer todo material de uso próprio, desde que seja comprovado o seu estado de "usado". É claro que um aparelho de DVD, um notebook ou uma máquina fotográfica digital precisam de muito uso para ficarem "velhos".


Fonte: Agência Estado


Por Guilherme Dorini

Como gastar menos ao alugar carro


Alugar carro durante viagens requer atenção especial aos detalhes do contrato da locadora. Um carro de valor mais alto ou baixo não significa, necessariamente, que o valor final do aluguel será vantajoso, pois o preço do carro não é o que mais conta.


O aluguel é acompanhado de vários serviços, sendo alguns opcionais e outros não. Para pagar uma tarifa mais baixa, o ideal é simplificar os serviços contratados, usando menos recursos e benefícios.


De acordo com o número de pessoas, defina primeiro o porte mínimo do carro que você precisa. Se preferir algo mais luxuoso, compare bem os preços e eventuais promoções.


Depois disso, escolha a quilometragem. Normalmente, há dois tipos de planos: diária com quilometragem mínima ou livre. Se você for rodar pouco com o carro, prefira a mínima, que custa menos. Se você não tiver idéia do quanto irá percorrer, prefira a quilometragem livre. Os demais serviços, dependendo da locadora, normalmente são considerados opcionais.



Fonte: Portal Terra

Por Guilherme Dorini

Taxas Dia 09/10/09


Dicas para usar bem e gastar menos na ponte aérea



A praticidade, conforto e rapidez são algumas das vantagens de se utilizar o sistema de ponte aérea entre as principais capitais do Brasil. Embora trate-se de um serviço simples e comum, é preciso ficar atento aos benefícios e direitos, afinal você está contratando um serviço de transporte, e, principalmente, pesquisar preços.



Para conseguir uma tarifa mais barata na ponte aérea, o consumidor terá, muitas vezes, de abrir mão do conforto. A Varig, por exemplo, oferece um preço mais baixo nas passagens reservadas com antecedência, o que pode não ser benefício para o passageiro que precisa comprar passagens em cima da hora.



Na TAM, o desconto é dado em todos os vôos, mas o número de assentos é limitado durante os horários de maior procura. Nos horários de menor procura, a companhia oferece mais lugares. Já a Gol ataca através da Internet. A empresa chega a vender passagens da ponte aérea via Internet com valores mais baixos que no balcão da empresa ou por telefone. Os vôos nos horários de pico também têm a possibilidade de serem mais caros, mas isso varia de empresa para empresa, e de acordo com eventuais promoções.



Os programas de milhagem também valem no sistema de ponte aérea. Ou seja, vale escolher a companhia aérea que mais se enquadra nas suas necessidades e manter fidelidade com a empresa, a fim de acumular milhas e pontos.

Fonte: Portal Terra

Por Guilherme Dorini